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Fóruns / ECD e ECF

Ecf existe uma diferença entre a soma dos saldos finais credores

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6 Respostas

Existe caminho limpo para isso? Na ECF do ano, a soma dos saldos finais não bate com o que o balancete mostra, e vou direto, ó, o desencontro aparece mesmo depois de revisar os lançamentos do período. O ajuste veio acrescido de adições que eu não tinha previsto, e a conta de provisão continua acumulada no balancete. Já testei o recálculo da apuração e o mesmo desencontro reaparece. Alguém já resolveu isso sem retificar a declaração inteira?


Atualização:

O risco que já vi é mexer no balancete e deixar a ECF antiga intacta. Obrigado, Rafael, pelo detalhe do exercício passado, isso eu não tinha considerado. Testei a inclusão de uma conta no bloco J e o saldo final continuou sem fechar, vou direto, ó, porque a mudança não foi refletida no bloco K. Você já usou o bloco K para ajustar saldo? Como você documenta essa trilha para a fiscalização?

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Na rotina de fechamento, o caso aparece quando o balancete e a declaração não fecham no mesmo ponto. A recomendação prática é tratar cada desacordo como lançamento com origem própria, identificar o exercício e só então decidir entre ajuste na ECF ou ECF retificadora. Em alguns casos a origem é só classificação, e a diferença se confirma olhando a trilha de cada linha, sem presumir nada. Antes de qualquer envio, documente cada linha, guarde a memória de cada conta e registre quem respondeu pela decisão tributária. Quando a diferença for pequena, mas recorrente, vale investigar o padrão antes de ajustar. Para aprofundar, veja ECD e ECF no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Quando o saldo a favor vem de ajuste antigo, o cálculo fica mais fácil se você separar por exercício. Henrique, você tocou no ponto certo, como todo mundo sabe, né, o problema é comparar com a ECF do ano de origem. Depois que o ajuste entra, os créditos de IRPJ e CSLL precisam bater com os valores declarados naquela ECF. Eu checaria o cálculo antes de cada envio.

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O resultado que importa é que nem toda correção vira ECF retificadora, e nisso eu discordo do que foi dito sobre o bloco K. Só pra alinhar, viu, o bloco K serve para ajuste de saldos, mas um ajuste feito ali sem o lançamento de origem deixa os saldos credores sem rastro. Se os saldos credores aparecerem no sistema, o auditor pergunta de onde vieram. Prefiro ver o saldo corrigido na origem, com o lançamento extemporâneo na ECD, e só depois a ECF.

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Rafael, na sua resposta, a conclusão de que o ajuste vai em ECF retificadora vale para qualquer desencontro? Eu tenho, bem, na prática, uma contrapartida de provisão no mesmo mês, e não sei se ela entra como ajuste do ano corrente ou do exercício já encerrado. Queria confirmar sua consideração sobre a data do lançamento antes de fechar o trimestre, porque o caso pesa no saldo.

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Isso eu já passei, Carlos. Vindo de outro ERP, o controle da conversão do saldo inicial foi o que mais deu trabalho. Bem, o plano é separar o lançamento por exercício antes de qualquer ajuste, para que o saldo corresponda ao que foi informado. Montamos uma planilha de controle com a data, a conta e a outra ponta do lançamento, e revisamos linha por linha. Assim a ECF fica com a mesma base da ECD e a conversão não gera divergência na conferência.

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Concordo em parte com o Diego, mas nem todo desencontro pede retificação. Se ele vier de um lançamento extemporâneo na ECD que alterem a base do IRPJ ou da CSLL de um exercício anterior, a saída é uma ECF retificadora. Nos demais casos, os ajustes com repercussão fiscal devem ser feitos na própria ECF, nos blocos J e K, quando necessário. Meu adendo, tá, essa alteração de ano anterior exige atenção ao calendário, porque o efeito aparece depois. Confira primeiro se o lançamento é do ano corrente.

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