Olá a todos, sou novo por aqui, migrei recentemente de uma área mais voltada à construção e estou entrando no universo do S/4HANA 2021, e estou tentando alinhar alguns conceitos fiscais que são bem distintos do que eu vinha tratando antes. Estou com um cenário onde precisamos conciliar o que entra e o que sai, e o mapeamento entre o que consideramos ativo e o que consideramos passivo no contexto da contribuição tributária está gerando dúvidas na transição. Bem, de longe, a diferença entre os dois lados da operação ainda não ficou totalmente clara para mim. Diante da complexidade inerente ao fluxo de informações para os entes federativos, como devo proceder para que o lançamento contábil reflita corretamente a natureza passiva ou ativa de um item ao conciliar as implicações tributárias do ingresso e da saída?
Atualização:
Agradeço pelas colocações tão pertinentes sobre a natureza da obrigação tributária. Bem, de longe, a complexidade reside justamente na temporalidade do reconhecimento contábil versus a exigência física do recolhimento. Para avançarmos nessa discussão, gostaria de saber se vocês identificaram algum cenário prático onde a diferença entre o que é um compromisso futuro e o que já constitui um débito presente se torna mais evidente na rotina operacional diante do sistema.
Atualização:
Agradeço a todos pelo aprofundamento técnico. Bem, de longe, o que testa minha compreensão é a aplicação desses conceitos em operações de grande volume. No meu ambiente de construção, a gestão de insumos segue um fluxo contínuo. Gostaria de saber se vocês encontraram algum exemplo onde a variação percentual gerada por bens a granel, que passam por decréscimo ou acréscimo no recebimento, teve um impacto direto na escrituração contábil inicial.