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Ecf outros dados dominio

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9 Respostas

Alguém já montou a ECF com outros dados vindos de fora do SAP? Aqui a parte administrativa do faturamento roda no SAP com GUEPARDO Tax, produto da NTT, mas e aí, como bem lembrou a contabilidade, uma parte dos saldos fica em outro sistema. Primeiro exportei os valores agregados por mês, depois comparei com os períodos anteriores, e só essa conferência fechou. Terceiro passo, refazer tudo na mão, eu não quero. Qual caminho vocês seguem para trazer esses outros dados para a ECF sem planilha solta?


Atualização:

Letícia, obrigada. Testei ler direto da origem num mês fechado e funcionou, mas num mês reaberto veio valor diferente. E aí, como bem lembrou você, a cópia envelhece. Sem decidir ainda: se a origem muda depois, como vocês avisam o time fiscal de que o mês precisa ser recarregado?


Atualização:

Depois que li a dúvida do Leandro, refiz meu teste guardando a diferença por lançamento, e ficou rastreável. E aí, como bem lembrou ele, o ponto é o registro. Pergunta nova: por quanto tempo vocês mantêm esse histórico de cargas dos outros dados da ECF? Se ele crescer demais, vira problema de espaço ou dá para conviver?


Atualização:

Já vi carga rodar certa com dado de origem errado, então o mapa da Roberta ajuda. Testei a leitura de arquivos com um mês e funcionou. E aí, como bem lembrou a Viviane, o layout muda. Como vocês percebem que o arquivo veio diferente do esperado? Alguém já automatizou essa checagem?

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Dá para resumir assim. Os outros dados da ECF que vivem fora do SAP pedem um caminho repetível, e não uma planilha por mês. Defina quem faz o fornecimento desses dados e em que dia, escolha onde ficará a hospedagem da carga e guarde uma cópia do arquivo recebido. Confira se as colunas chegaram como esperado, compare com o mês anterior e registre por escrito a decisão do cliente sobre o que entra. Recomendação prática: comece lendo a origem a cada fechamento e só passe a algo mais sofisticado se a diferença entre meses justificar. Para aprofundar, veja ECD e ECF no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Patrícia, até onde sei, né, um caminho a avaliar é checar a estrutura na entrada do arquivo, antes de qualquer carga: se o expediente de carga encontra colunas fora do esperado, rejeita e avisa o time. Quando a origem é a área financeira e entrega vários formatos, essa trava evita surpresa; quando o arquivo é sempre igual, basta conferir a contagem de linhas. Em qualquer dos casos, a decisão sobre o que entra nos outros dados da ECF continua com o cliente.

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Concordo em parte com a Roberta, mas o mapa pode ficar pesado. Um lembrete, pois é: em e-commerce, boa parte dos outros dados da ECF chega em planilhas eletrônicas ou arquivos eletrônicos já padronizados, e ler layouts específicos de cada origem resolve. Vale quando a origem entrega um layout estável; se ele muda a cada mês, o mapa da Roberta compensa.

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Será que rodar em paralelo basta? Discordo um pouco do Nelson. Como já disse, pois é, o problema aqui é que parte dos outros dados da ECF nasce por digitação no Dominio, e o paralelo compara dois resultados que dependem da mesma entrada manual. Antes de programar qualquer coisa, eu faria a elaboração de um mapa de onde cada dado nasce, para separar o que é calculado do que é digitado.

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Na rotina de FI, o que sobra de trabalho manual é o cálculo dos ajustes sobre os outros dados da ECF. Um caminho a avaliar é pedir um pequeno desenvolvimento que faça esse cálculo dentro do SAP, com os mesmos dados da origem. Agora, a prova é rodar em paralelo por um mês e comparar com o resultado manual. Vale se o cálculo se repete todo mês; se aparece só uma vez ao ano, um passo a passo manual bem documentado basta.

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A diferença contida na sua carga mostra qual lançamento contábil mudou, ou só o novo total? Luciana, no fim das contas, ó, preciso rastrear por lançamento, porque ajustes de saldo e outros congêneres também aparecem nos outros dados da ECF aqui no agro. Uso SAP com GUEPARDO Tax, produto da NTT, e queria saber se o seu programa guarda esse detalhe.

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Há um meio termo. De cabeça, pois é, eu avaliaria uma carga complementar só do que mudou. Na compilação mensal, um programa ABAP lê a origem, compara com o que já foi guardado e grava apenas a diferença. Vale quando a base é grande; se for pequena, reler tudo é mais simples. Com vários computadores rodando rotinas ao mesmo tempo, o horário da carga também importa. O time fiscal confere a diferença antes de qualquer envio dos outros dados da ECF.

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Já vi área de carga paralela virar uma segunda versão da verdade. Discordo do Gustavo em um ponto: a sacada é, pois é, ler os outros dados da ECF direto da origem a cada fechamento. Quando a assessoria da contabilidade reabre um mês, a cópia fica velha e o total da arrecadação deixa de bater. No log aparece algo como 'carga de ontem, origem alterada hoje', e ninguém percebe a tempo.

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Concordo em parte com o fim da planilha, mas o caminho mais seguro é criar uma área de armazenamento própria para esses outros dados da ECF, com carga repetível. Eu aprendi na marra que a análise das diferenças, feita em aplicativos soltos, desaparece quando alguém sai do time. Com a carga repetível, cada mês vira um registro que dá para reabrir e comparar. Isso é desenho técnico; a decisão do que entra na ECF continua sendo da contabilidade e do cliente.

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