Pular para o conteúdo
Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
11 Respostas

Se o cupom do caixa da livraria da Holy Word Church sair sem os dados de quem comprou, o que vocês checam primeiro? Estou migrando de outro ERP para o SAP e a atividade da nossa loja é varejo puro, com ECF em cada caixa. Li que o cupom serve de prova de custo, mas ainda não achei onde isso encosta na integração. Já revisei os ajustes de cadastro do cliente e a rotina de arrecadação do fim do dia, e nada mudou no resultado. Sem pressa, tá, o que eu quero é entender o que o ECF precisa mesmo carregar. Por onde vocês começariam?


Atualização:

Sérgio, obrigada, enxerguei melhor o peso do prazo. Montei um teste no sandbox da church com vendas com e sem o dado do comprador, e a conciliação levou mais tempo nas sem dado. Sem pressa, tá, mas fiquei com uma dúvida: quando o cupom já saiu assim, existe como regularizar depois, ou o caminho é aceitar a perda? Alguém já passou por isso na prática?


Atualização:

Já vi projeto de migração morrer em roteiro que ninguém atualiza, então o alerta do Alan faz sentido para o ECF da church. Testei um alerta simples no sandbox e ele avisou na hora, mas gerou aviso demais. Sem pressa, tá: como vocês calibram o alerta para ele não virar ruído e o time continuar olhando?

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Patrícia, de forma resumida, o caso da Holy Word Church tem duas camadas. A primeira é a lei, que fixa o mínimo que o cupom do varejo e dos prestadores deve trazer sobre quem comprou. A segunda é a relação entre o caixa e o cadastro no SAP, onde a regra vira captura, aviso ou bloqueio. Antes de desenhar, reúna as normas e atos publicados, incluindo resoluções, e confirme com o cliente o que se aplica ao caso dele. Minha recomendação: o cliente decide a política para venda sem dado, e o time configura o aviso ou bloqueio correspondente e prova com casos reais antes de liberar. Para aprofundar, veja ECD e ECF no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Concordo em parte com a Talita, mas o roteiro sozinho não segura a operação da church. Então, no meu dia a dia, o que pesa é a conferência automática: se o log mostra 'cupom sem dado', alguém precisa agir no mesmo dia. O ECF vale para varejo e para prestadoras de serviços, e as pessoas do caixa mudam toda hora, então texto escrito envelhece. Eu sugeriria o roteiro mais um alerta no SAP, e a política final é do cliente.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

E se o processo da Holy Word Church ficasse escrito? No meu time, né, eu levaria para avaliação um roteiro com os manuais do caixa e do cadastro, mostrando as telas em que o dado é obrigatório, por exemplo a mensagem 'dado do comprador obrigatório' no pedido. Lojas obrigadas ao ECF ganham com isso porque o treinamento do balcão fica padronizado. Vale quando há troca frequente de operador; com equipe estável, o cadastro bem feito já basta para as dúvidas operacionais do dia a dia.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Na rotina do nosso balcão, a mesma loja da church vende para consumidor final e para cliente com CNPJ. Helena, de modo geral, pois é, a recusa em informar muda de peso quando o comprador é pessoa jurídica? A legislação do ECF que vocês consultaram trata a pessoa física e a jurídica do mesmo jeito no mínimo exigido? Pergunto porque no SAP o cadastro separa os dois, e queria saber se a validação do cupom também deve separar.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Quando o cliente da Holy Word Church não quer se identificar, existe outro caminho a avaliar. Então, no meu time, eu levaria para teste uma indicação no cadastro, algo como 'cliente de balcão, informação pedida e recusada', com a inscrição preenchida só quando existir. Vale quando o volume de balcão é alto e a recusa é frequente; para venda recorrente, cadastrar o cliente é melhor. Se isso atende ou não a lei sobre o ECF, quem decide é o cliente com o contador dele.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Na Holy Word Church dá para barrar a venda sem dado antes que ela vire problema. Discordo da Fernanda quando ela diz que a regularização é só do contador. Uma function de validação no pedido pode devolver um aviso no log, algo como 'identificação do comprador em branco, venda mantida', e o time fiscal enxerga o caso no mesmo dia. E aí, só um detalhe: bloquear ou só avisar o ECF é decisão do cliente, e o nosso papel é desenhar e provar cada opção.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Complemento o que o Sérgio disse. A prova é, ó, que o texto da lei fala dos cupons emitidos pelo equipamento do ECF, então, mesmo na Holy Word Church, a regularização posterior é assunto do cliente com o contador dele, não do SAP. O que o SAP faz é guardar a venda e ligá-la ao cadastro. Quem vende no varejo precisa tratar o cupom como documento fiscal desde o balcão, e a Patrícia pode levar esse ponto a quem decide no cliente.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Já vi fechamento do mês travar na church por causa de cupom sem dado de quem comprou. Antes de mais nada, discordo do Thiago em deixar a conferência do ECF para o fim do dia: as despesas lançadas sem prova de custo viram retrabalho na hora de fechar. Eu exigiria a descrição completa já na venda. Não dá para depender de despachos de norma para fechar o mês, e conciliar depois consome o prazo.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Concordo em parte com o Leandro, mas esperar o mapa completo das normas atrasa tudo. Veja dois caminhos a avaliar. No primeiro, o dado é exigido na hora da venda, o que vale quando o balcão é calmo. No segundo, a conferência fica para o fim do dia, indicada quando a fila é grande. Saindo um pouco do tema, se existir rede de oficinas credenciadas para o aparelho do ECF, vale anotar isso no processo. Em qualquer caminho, liste os códigos de situação do cadastro da church e confira se algum dos atos declaratórios cita esses códigos.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

A fonte é, tá, na rotina da nossa rede de varejo, o cupom só ajuda na comprovação de custo quando traz os dados mínimos da parte compradora, então comece pela captura desse dado, inclusive na Holy Word Church. Quando quem compra é um cidadão sem cadastro, o dado precisa ser pedido no balcão antes de a venda fechar. Patrícia, a origem é, tá, o texto da lei, que fala em mínimo exigido; o detalhe de cada campo vale conferir na norma completa. No SAP, isso costuma virar exigência de captura no ponto de venda, e não correção feita depois.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Será que só pedir o dado no balcão da Holy Word Church resolve? Discordo em parte, Fábio. O texto da lei fala do mínimo, mas o comportamento do aparelho também pode passar por convênio: as listas de normas trazem uma seção de convênios sobre ECF e outra de convênios de cooperação. A saída é, viu, mapear primeiro o que o convênio aplicável pede do aparelho e só depois desenhar a captura no SAP, senão o caixa vai pedir um dado que nem entra no cupom.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!

Perguntas relacionadas

Mais conversas em ECD e ECF.

Ver todas do fórum