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Fóruns / ECD e ECF

O que é arquivo rtf ecd?

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9 Respostas

Olha, como de costume, estou com um caso de rotina. Em consultoria SD, recebemos do cliente de mineração um arquivo em rtf da escrituração contábil digital e ninguém sabe de que versão ele saiu. Já tentei abrir no editor comum, converter e comparar com o último envio. O cliente tem a ECD transmitida e um backup feito antes de uma mudança, e o time de SAP com GUEPARDO Tax não sabe qual das duas está atualizada. Hoje uso o programa da ECF para ler, mas ele reclama. Qual é o arquivo certo para trabalhar e como confirmo qual delas está atualizada?


Atualização:

Concordo em parte, Letícia, o reaproveitamento funciona quando o layout bate. Obrigado pela dica do print. Olha, como de costume, eu testei em ambiente de teste e o programa rejeitou o backup sem explicação. Agora vou baixar a versão transmitida e reimportar. Você acha que a data limite muda se o backup tiver sido gerado depois do fechamento? Sigo a conversa amanhã.


Atualização:

A versão transmitida foi o caminho certo, e o programa aceitou sem reclamar. Olha, como de costume, eu fiquei na dúvida sobre a data do fechamento, mas agora ela bate com o limite. Gustavo, sua ressalva sobre o intervalo foi o que me salvou. Vou documentar o passo a passo com a data de cada etapa. Quando eu tiver o retorno do cliente, volto aqui para fechar esse ponto.


Atualização:

Será que fecha de vez? Olha, como de costume, a dúvida que sobra é sobre o fechamento do ano. Márcio, o seu lembrete do backup foi útil, eu já tinha esquecido. Vou testar a reconstrução numa cópia separada antes de mexer no ambiente real. Se der certo, eu conto o que mudou nos saldos, e se não der, volto a esta conversa com o log.

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Letícia e Gustavo, o caminho está claro. A escrituração em texto só deve ser usada depois de conferir se os saldos são equivalentes aos que foram transmitidos. Para exemplo prático, pense em um cliente que teve extinção de uma unidade: o saldo do ano da extinção precisa bater com o último exercício entregue. Não reconstrua sem essa checagem, porque é aí que o erro se esconde. Recomendação: faça a conciliação saldo a saldo, leve o resultado ao contador do cliente e só então carregue o texto no programa da ECF. Se a conciliação falhar, pare e revise antes de transmitir. Para aprofundar, veja ECD e ECF no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Concordo em parte, Letícia, o programa lê bem a versão nova. Discordo do ponto de transmitir sem conferir. E aí, olhando o número, eu vi que dois arquivos da ECD tinham saldos diferentes e o programa não avisou. Você percebeu alguma diferença entre o arquivo da ECD e a versão atualizada que transmitiu? Preciso saber antes do envio.

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Risco que já vi várias vezes: achar que o programa consegue tudo sozinho. Discordo do ponto de que a entrega esteja garantida só porque o layout passou na validação. A ideia é, né, conferir o exercício de dezembro item a item antes de transmitir, senão o erro aparece depois. Na energia, a gente perdeu uma semana por causa de um saldo de encerramento que o programa aceitou sem reclamar. Por isso, hoje eu peço uma conciliação antes de qualquer envio.

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Na minha rotina de varejo, a primeira coisa é guardar uma cópia de segurança do banco antes de qualquer teste. Thiago, complemento o seu ponto: quando o exercício é subsequente a um evento societário, o programa só lê se o terceiro envolvido estiver no cadastro. E aí, só pra alinhar: essa cópia serve para voltar atrás, não para transmitir.

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Se o cliente perdeu a versão transmitida, nós seguimos outro caminho: reconstruímos a partir do razão e do balancete, e rodamos um teste de fechamento antes do envio. Vale quando a base contábil é confiável e há tempo para conferir. Não vale quando o razão tem lançamentos manuais sem documento, porque os lançamentos recuperados nunca fecham com a base. Agora, a dica é: peça a resposta do contador responsável antes de começar, porque ele sabe onde está o que falta. Só então rode a reconstrução.

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Discordo com educação, pessoal. Não acho possível reaproveitar mais de um período da ECD de uma vez sem checar as datas de cada um. Eu aprendi na marra que cada período precisa bater com o da ECF, senão o programa aceita e gera diferença no fim. Um período mal ajustado parece inofensivo até o fechamento, e aí a correção toma uma semana. Por isso, eu montaria uma planilha de datas antes de qualquer importação, e só depois mexeria no programa.

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Bruno, a sua dúvida tem uma saída mais simples. Nós não usamos backup em hipótese alguma, porque se ele ocorrer de vir sem o registro de encerramento, o estrago aparece só na ECF. Em vez disso, pedimos a versão transmitida ao cliente e refazemos a leitura. Bem, até onde sei, esse caminho vale quando o cliente tem a transmissão guardada e o exercício está fechado. Não vale quando a equipe não tem como baixar a versão original, porque aí a pergunta vira outra: como reconstruir sem perder lançamentos.

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Um risco que já vi: o cliente acha que um formato antigo basta para tudo. Letícia, complemento seu ponto: depois de uma incorporação, a escrituração antiga pode vir em outro formato, e então a conversão quebra. Para isso, de bate-pronto, eu peço o cabeçalho do registro e comparo com a versão do programa. Se o cabeçalho bate, a importação segue; se não bate, reconstrua antes de carregar. Na nossa rotina de alimentos, isso economizou dois dias por caso.

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Dá ou não dá? Dá, sim: o programa consegue reaproveitar a escrituração transmitida, desde que o exercício esteja fechado e o layout bata. Bem, ano passado eu testei com um print de tela de um caso igual e funcionou. Mas cuidado: a entrega só vale se a data de transmissão cair dentro do prazo, e para quem fechou em dezembro isso muda a conta. Se o cliente tem um backup, ele não é base confiável, então a saída é baixar a versão transmitida e refazer. Vale checar essa data antes de qualquer envio.

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