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7 Respostas

O resultado que preciso é uma trilha confiável de auditoria para a venezuela. Nossa filial de farma roda S/4HANA 2021 e a matriz pediu a auditoria fiscal da operação na venezuela. Já exportei os documentos por período e conferi a numeração contra o razão, mas ainda não sei o que o auditor vai querer ver. E aí, no fim das contas, por onde começar uma auditoria fiscal dessas no SAP: pelo escopo combinado com a matriz ou pelos dados que já tenho em mãos?


Atualização:

Escopo móvel, então? Obrigado, Patrícia. Testei um meio-termo: defini um escopo mínimo com a matriz e exportei com filtros abertos, guardando o log de cada extração. E aí, no fim das contas, deu certo para a primeira rodada da auditoria na venezuela. Fica a dúvida: como vocês registram a mudança de escopo para o auditor não dizer depois que ela nunca foi combinada?


Atualização:

O risco que já vi é perder a rastreabilidade quando o escopo muda e ninguém anota. Obrigado, Raquel. Em S/4HANA 2021 guardei o log de cada exportação e uma nota de quem pediu o ajuste na auditoria. E aí, no fim das contas, testei com a venezuela como piloto e a matriz aceitou o registro como evidência. Pergunto a todos: vocês guardam essa nota dentro do SAP ou em documento fora do sistema, junto com o dossiê da auditoria?

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Samuel, a conversa deixou uma lição simples sobre a auditoria na venezuela. Ninguém discutiu regra do país, e nem deveria: isso cabe ao contribuinte. O que ficou foi método. Um pedido por escrito, com data, que possa crescer sem apagar o anterior; um log guardado a cada rodada de dados; um dossiê único para o auditor consultar. Recomendação final: antes de abrir o SAP, marque uma conversa curta com a matriz, anote o que será pedido na auditoria fiscal e comece por aí. Para aprofundar, veja diagnóstico fiscal no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.

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Na minha passagem anterior, adotamos uma abordagem mista. Inicialmente, fizemos uma extração contendo todos os movimentos relevantes para a operação, incluindo o período fiscal completo. Isso permitia maior controle sobre a integridade dos dados brutos. Posteriormente, aplicando os filtros refinados, conseguíamos chegar ao recorte específico que o auditor desejava. Essa dupla camada garante que, se houver contestação sobre a incompletude dos dados enviados, o registro bruto sempre estará disponível para comprovação.

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Patrícia Oliveira queria dizer que, mesmo que a diante inicial seja a extração volumosa, a gestão do processo é crucial. Bem, falando sério, sugere-se mapear os filtros usados na extração inicial, mesmo que preliminar. Isso ajuda a correlacionar o que foi enviado com o que o auditor realmente precisa analisar, otimizando a subsequente discussão sobre os fatos encontrados no sistema.

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Fábio Ribeiro, concordo que o ponto de partida é o escopo. Na minha vivência com operações internacionais, percebi que quando o pedido chega vago, o time operacional tende a entregar o volume bruto de transações. Isso nos obriga a gastar tempo significativo filtrando o que é relevante para a unidade auditada, o que alonga o ciclo de fechamento inesperadamente.

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Concordo em parte com o filtro aberto, mas discordo de começar sem escopo nenhum. E aí, o fato é que, no log da nossa extração para a venezuela, apareceram documentos de mais e a conferência virou uma semana de trabalho. Na indústria química, uma auditoria sem escopo mínimo escreve o pedido pelo auditor, e não por nós. Eu fixaria o mínimo por escrito, aceitaria ajustes registrados e evitaria exportar tudo só porque o filtro estava aberto.

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Na minha rotina de varejo, o auditor mudou o escopo no segundo dia de auditoria, depois de ver os primeiros números da venezuela. Veja, a gente costuma começar pelos dados, porque o escopo se ajusta quando o auditor enxerga o conjunto. No log da exportação, deixei o filtro de período aberto de propósito. Fábio, discordo de travar tudo no começo: um escopo rígido pode obrigar a repetir a extração quando o pedido mudar, e a auditoria acaba durando mais.

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Se o objetivo é a auditoria fiscal da venezuela, comece pelo escopo e por quem pede o quê. Pelo que testei, ó, extrair dados antes de saber o que será olhado gera planilha demais e resposta de menos. Na venezuela, em especial, confirme com o time local o que existe de documento e que parte dele fica no SAP. Defina período, tipo de documento e responsável. Só depois exporte. Frustra refazer a extração duas vezes, e a decisão sobre a regra segue com o contribuinte.

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