Pular para o conteúdo
Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
7 Respostas

O CFOP errado ficou gravado em uma nota de entrada e não consegui trocar. No ECC 6.0 a nota já foi escriturada, e a tela bloqueia a mudança do código. Veja, pelo que testei, o estorno puro não me deixou escolher outro código. Fui ler os ajustes SINIEF na página do CONFAZ, que tem até menu de acessibilidade, e vi que a norma de 1970 teve muitas mudanças, mas não achei procedimento de troca. Qual é o caminho no sistema para resolver um CFOP errado depois da escrituração?


Atualização:

Felipe Oliveira, obrigada pelos dois caminhos. Veja, pelo que testei, o registro com código antigo, novo e aprovação já cabe numa tabela Z simples, e o CFOP errado deixou de se perder. Mas fiquei com uma dúvida: quando o erro veio no documento do emitente, vocês guardam o pedido de ajuste junto da nota ou numa pasta separada? Preciso decidir onde isso fica no meu ECC 6.0.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

CFOP errado depois da escrituração não se resolve mexendo no campo: pede novo lançamento, aprovação e rastro. Guarde um histórico com código antigo, código novo, data e responsável, e leve ao fiscal do cliente a decisão do código, porque ela não é nossa. Antes de qualquer ajuste, confira a origem, como o cadastro e o estado do parceiro. Para o pessoal de finanças, o impacto aparece depois, então vale imprimir o relatório de conferência e anexar ao fechamento. Recomendação: monte um roteiro único com quem aprova, onde registra e como reverte, e teste em homologação antes de rodar em produção. Para aprofundar, veja ICMS ST e DIFAL no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Já vi CFOP errado virar dor de cabeça porque ninguém guardou a prova da troca. Então, a prova é um registro com código antigo, código novo e quem aprovou. Na nossa equipe há dois caminhos: ajustar o lançamento no sistema, quando o erro nasceu dentro de casa, ou levar o caso ao emitente, quando o erro veio no documento recebido, e aí a decisão é do contribuinte. O primeiro serve se o destinatário ainda não fechou a escrituração; o segundo, se já fechou. O fechamento de dezembro pesa nisso.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Faltou olhar a origem, Viviane Marques. No meu projeto, o CFOP errado quase sempre vinha do cadastro do parceiro com a unidade da federação trocada. O texto do CONFAZ liga o grupo 1.000 ao remetente estar na mesma unidade da federação do destino. Então, antes de culpar a norma fazendária, confira o endereço do parceiro no mestre. Ajeitado o cadastro, o código passou a vir certo nas notas seguintes.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Posso perguntar uma coisa? Fernando Souza, no meu dia a dia, migrando de outro ERP para o SAP, vejo o mesmo CFOP errado em notas de alimentos. Você disse que leu o conteúdo da tabela do CONFAZ antes de trocar. A competência para decidir o código é de quem? Do fiscal do cliente ou do conselho que edita a tabela? Quero saber quem assina a decisão antes de eu mexer no cadastro.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Concordo em parte com a Fernanda Cardoso, mas discordo de esperar a decisão para só então agir. Olha, em campo, para corrigir um CFOP errado eu já deixo pronto um programa ABAP que lê o código antigo e o novo, e o fiscal só aprova. Em contraste com mexer direto na tabela, isso deixa tudo registrado. O convênio de 1970 traz a lista de códigos, então o programa só aceita valores que existam nela. Assim a gente ganha tempo sem decidir a tese.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Semana passada, na química, peguei várias aquisições com CFOP errado, Viviane Rodrigues. Bem, sem rodeio: o log de conferência mostrava o grupo diferente do esperado. Antes de trocar, li no CONFAZ o que o texto diz sobre o grupo 1.000, entradas ou aquisições de serviços do Estado, e quais operações se classificam nele. Na página há até o Serviço de Informação ao Cidadão, mas o que ajudou de verdade foi ler a própria tabela.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Se o CFOP errado já foi escriturado, não se mexe no campo: o caminho é tratar a nota no ambiente de produção com um novo lançamento, conforme o procedimento do cliente. E aí, colocando no papel, eu registro o código anterior e o novo, a data e quem aprovou, porque numa aquisição de mercadoria isso aparece depois na auditoria. É frustrante, eu sei. Mas sem rastro do que foi trocado, a conversa fica pior. O código certo é decisão do contribuinte; eu só ajusto o sistema.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!

Perguntas relacionadas

Mais conversas em ICMS e substituição tributária.

Ver todas do fórum