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7 Respostas

Pessoal, preciso de uma luz rápida. Estou numa migração para o SAP novo e o cadastro de bens de pequeno valor, tipo ferramenta e material de consumo, está caindo no mesmo CFOP das compras de revenda. Já tentei ajustar a determinação na tabela de condições e rodei o cenário de teste, mas o print da tela mostra o item sem as alterações que eu esperava. Pelo que li, bem, como se diz, o código depende do tipo de operação, só que o sistema aplicará o mesmo tratamento para todos. Qual CFOP vocês usam para bens de pequeno valor e em que ponto do processo ele é definido, antes ou depois da apuração do imposto?


Atualização:

Posso perguntar uma coisa? Obrigado, Débora e Adriana, já ajudou bastante. Testei a regra da finalidade no pedido e o CFOP mudou só em parte dos itens. Bem, como se diz, o resto veio do cadastro antigo, então vou rodar um cenário com consumo interno puro. Se der certo, o que vocês olham primeiro no relatório de conferência para confirmar que a determinação foi aplicada?


Atualização:

Já vi o risco que você descreveu: o retorno caiu no CFOP de venda numa base de teste, e isso me assustou. Bem, como se diz, a regra por movimento parece mais segura, mas fico com uma dúvida: quando a baixa do estoque sai depois da nota, como vocês evitam que a regra leia o movimento antes da hora? Testei com pedido em aberto e ainda não fechou.


Atualização:

Entendi, obrigado. Bem, como se diz, o gatilho é a baixa do estoque, e no nosso caso ainda não resolvi. Vou testar usando a data do documento como referência, e se bater, eu mando o recorte. Qual é a regra de exceção que vocês aplicam quando o pedido e a nota caem em períodos diferentes?

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Se a dúvida é o CFOP de bens de pequeno valor, a orientação prática é olhar primeiro a função do bem e a finalidade da compra, e só depois o valor. Pelo que apareceu na discussão, a determinação precisa ler o movimento de estoque na ordem certa, o retorno de mercadoria pede uma regra separada e o item que vai para processo de compra pública pode exigir outro tratamento. Em operação nacional, a natureza do bem orienta a classificação, e isso precisa ser mapeado caso a caso antes de parametrizar. Recomendo montar uma matriz de casos com consumo interno, revenda e retorno, testar cada um em homologação e levar as dúvidas de regime para quem decide, que é o contribuinte com a sua assessoria. Para aprofundar, veja ICMS ST e DIFAL no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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O resultado que importa para a gente é o CFOP sair certo quando o item vai para licitado. Adriana Ramos, agora, no meu time, temos bens que entram com descontos incondicionais e isso muda a base. Você sabe se o item licitado entra na mesma regra de determinação, ou se foi preciso um campo incluído à parte? Meu caso é de alimentos, em ECC, e não quero repetir a confusão do centro de custo.

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André Soares, você falou da regra por movimento. Veja, ou seja, o sistema lê o movimento antes da baixa? No meu caso de e-commerce, há pedidos exportados que atravessam exercícios diferentes, e não sei se a regra aguenta esse corte sem exceder o que a equipe controla. Queria saber qual evento vocês usam como gatilho para a determinação.

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Concordo em parte com a Adriana Ramos, mas discordo do centro de custo como critério. Por experiência, em automotivo, eu tentei classificar assim e deu problema quando houve devolução de material que o estoque ainda não tinha baixado. A nossa equipe adotou outra forma: uma regra de determinação por tipo de movimento, com a devolução separada. Vale quando o material é divisível e a compra é recorrente, e vale menos quando o item é de consumo pontual, porque aí o cadastro vira ajuste manual.

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O código não muda pelo valor do bem, muda pela operação, então o problema está na regra de determinação e não no cadastro. Na minha rotina, né, eu já vi isso numa aquisição de insumo de manutenção: a tabela pegava o tipo de material e ignorava a finalidade da compra, e a atividade caía na classificação errada. Antes de mexer no cadastro, confirme a finalidade no pedido e a utilização prevista na entrada. As notas canceladas da semana passada vieram do mesmo problema aqui, então não é só você. Sei que dá raiva ver o item errado no relatório.

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No meu caso de telecom, a equipe de compras abriu uma contratação de serviço para um lote de equipamentos pequenos, e a gente classificou pelo centro de custo e não pelo material. Pelo meu histórico, isso funciona quando o consumo é interno e o volume é baixo, porque o sistema considera a finalidade do pedido e não precisa de parametrização nova. Vale a outra forma quando há revenda, porque aí o CFOP muda e as vendas consideradas no período exigem a regra no próprio material. Cada caminho tem um cuidado, e a escolha é de vocês com a assessoria tributária.

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Se o item não vai para licitação, o ponto da Débora Brito vale. Quando ele vai para certames com cota para participantes de pequeno porte, o tratamento pode mudar, e isso precisa estar mapeado antes de parametrizar. Minha dica, viu: separe compra para revenda de consumo interno no cadastro, para o sistema não tratar tudo igual. Um ponto complementar que ajuda é checar os incentivos concedidos a algumas operações, porque nem todos se aplicam ao mesmo produto. Cuidado com o cenário que só testa um tipo de nota.

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