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5 Respostas

Concordo em parte com o que li sobre papel no SAP, mas discordo de tratar tudo como um cadastro só. Estou em RISE with SAP numa geradora de energia e preciso separar o papel de insumo do que é só impresso. Já tentei agrupar por classificação e, de cabeça, lembro que a tabela separa papel e algodão em capítulos diferentes, mas não sei como isso aparece no cadastro. Na acepção do dia a dia, a classificação fica no material ou na ordem de compra? Como vocês organizam o papel no cadastro?

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Se houver itens de papel que contenham mais de um material, o ponto crítico é decidir onde mora a classificação: no item, no grupo ou no componente. Quem responde por essa escolha é o fiscal do cliente; ao time de SAP cabe desenhar, configurar e provar o comportamento escolhido. Recomendação prática: escreva a regra adotada em uma página, aplique primeiro em um lote pequeno de materiais e só depois estenda ao restante do cadastro. Assim o papel segue um critério único e a equipe consegue explicar a escolha em qualquer revisão. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Resultado que importa: o cadastro de papel fica auditável. Cláudio, completo o que você disse: a construção do cadastro deve guardar a lista de componentes, e o kit é construído em cima dela, ficando constituído só do que o fiscal do cliente validou. De qualquer forma, né, revise essa lista a cada mudança de fornecedor ou de embalagem, senão o papel do kit deixa de bater com o que foi aprovado.

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Discordo, Camila, com respeito. Bem, o caminho é olhar o uso do item, não só o capítulo. Quando produtos comerciais combinados compõem um mesmo kit, como papel mais impresso, agrupar apenas por capítulo esconde o tratamento de cada parte. Prefiro manter o papel em cadastro próprio e usar o grupo só para relatório, deixando a decisão fiscal para o cliente.

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Yara, minha ressalva é que cadastro por item pode pesar quando o volume é grande. Aqui separamos pelo capítulo da tabela: pasta de celulose e demais matérias celulósicas de um lado, obras de cestaria do outro, ambos ligados ao papel como grupo de material. O caminho por capítulo vale quando a base de materiais é extensa e a manutenção item a item custa caro; o cadastro individual, como você disse, vale quando são poucos itens com tratamento próprio.

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Misturar catálogos publicitários com papel de insumo e papel carbono é o risco que já vi, por isso cada item merece cadastro próprio, com a classificação fiscal definida pelo cliente. Agora, colocando no papel: separe os grupos, valide com o fiscal do cliente e guarde a decisão no cadastro de cada material. Assim o enquadramento não sai igual para tudo.

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