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9 Respostas

Preciso entender os setores no SAP. Aqui na mineração, com GUEPARDO Tax, o cadastro de material tem um campo de setor, e quero acrescentar o setor de aparelhos de medição, mas não sei se o campo é aplicável à base toda ou só a um grupo de materiais. Já olhei a configuração e conversei com a TI, mas minha ressalva, ó, é que ninguém sabe dizer quem define esses setores. Como é o desenho dos setores no SAP e quem decide o que vale para cada um?


Atualização:

Obrigada pelas respostas. Testei a comparação lado a lado que a Talita sugeriu e achei dois materiais com setor diferente por erro de digitação. Minha ressalva, ó, é que ainda não sei se o relatório do Paulo pega alteração feita em massa. Alguém já conferiu isso nos setores do cadastro?

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No caso mais comum que acompanho, dois materiais parecidos se comportam de modo diferente e todos culpam o sistema. Quase sempre a causa é o setor preenchido de forma desigual. O que funciona é tratar o setor como decisão de negócio, com dono na área fiscal, e deixar a funcionalidade de cadastro configurada pela TI conforme essa decisão. Antes de mexer, guarde fotografias da tela atual, compare os cadastros e só depois altere. Recomendação prática: um modelo único de preenchimento, com aprovação para troca de setor proporcional ao risco. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Se a aprovação for lenta, Camila, o time cria atalho e a proteção perde o sentido. Na homologação, viu, medimos o tempo de cada aprovação de setor, algo essencial antes de ligar a regra na produção. Em energia, vale separar o fluxo rápido, para itens comuns, do fluxo cuidadoso, para itens de origem extrazona ou de maior risco. Assim a aprovação protege sem travar a operação.

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O setor não deve ser alterado por quem só consulta. Discordo, com cautela, do Paulo: relatório sem aprovação avisa depois do fato. Olha, o ponto é que, em logística com distribuidores de itens eletrônicos e elétricos, uma troca de setor mal feita gera retrabalho antes de alguém ler o relatório. Na tela de alteração do cadastro aparece o aviso de modificação, mas o dano já aconteceu. Por isso prefiro aprovar antes.

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O risco que já vi é o setor mudar no cadastro e ninguém avisar quem emite. Roberta, completo o que você disse: agora, até onde sei, o mais seguro é que os cadastros conservem o histórico da troca de setor. Muitos relatórios nem consideram o setor como critério, então a mudança passa batida. E se a troca ficar condicionado a uma aprovação, o risco cai bastante.

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João, na minha equipe fizemos diferente. Em vez de depender de aprovação, criamos um relatório que contenham as trocas de setor e quem as fez. Sem pressa, ó: serve quando a equipe é pequena, como numa cozinha com poucas pessoas, em que dá para combinar de boca. Com mais gente, a aprovação do João vale a pena, porque aí precisa de regra escrita.

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Concordo em parte com a Viviane, mas um modelo único não serve para todo mundo. Um ponto importante, ó: na distribuidora temos itens de combustível e itens comerciais comuns, e os setores deles pedem tratamentos diferentes. No outro ERP tudo ficava em um cadastro só; ao migrar, vimos na tela uma mensagem de campo obrigatório vazio porque os componentes de cada grupo pedem campos próprios. O modelo precisa de uma parte comum e outra por setor.

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Isso vale para o cadastro inteiro? Talita, somo ao seu ponto. Na conferência da tela do cadastro, um item aparecia com o setor preenchido e o outro em branco, e isso gerou frustração no fechamento. Então, meu palpite é que cada pessoa classifica e nomeia os itens do seu jeito ao entrar no cadastro, seguindo catálogos internos próprios, e o central da base nunca vê o mesmo padrão. Um modelo único de preenchimento evita isso.

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Semana passada perdi um dia tentando entender por que dois materiais do mesmo setor se comportavam de modo diferente. Discordo, Moisés, de tratar o setor como agrupador que resolve tudo: a característica do material também pesa. Veja, saindo um pouco do tema, nem toda diferença vem do setor. No meu caso era a capacidade de um equipamento, cadastrada em outro campo, e um item de aço carbono que alguém marcou à mão. Antes de culpar o setor, compare os dois cadastros lado a lado.

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Quando o setor está definido no cadastro, o resto do sistema se organiza em torno dele. Em construção, é comum que os materiais apresentem comportamento diferente conforme o setor, por exemplo em artigos de aquecimento usados nas obras. Na nossa experiência, o setor é um agrupador: diz ao sistema qual conjunto de campos vale para aquele material. Luciana, a configuração fica com a TI, mas o significado de cada setor quem decide é a área fiscal junto com o negócio. De qualquer forma, tá, anote a decisão para não depender de memória.

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