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Fóruns / Alimentos, bebidas, farma e agro no SAP: regras por setor

O que precisa estar pronto antes de configurar governança Fiscal no SAP?

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8 Respostas

Se o fechamento está chegando e a configuração fiscal ainda não foi validada, o que pega primeiro? Estamos em SAP com GUEPARDO Tax e, na tela de teste, apareceu uma mensagem de cadastro incompleto. O problema já havia sido apresentado anteriormente pela área de vendas, mas ninguém tratou na raiz. Bem, puxando o fio, ficou claro que a base estava incompleta e que a apropriação dos custos nas telas fiscais dependia dela. Tentei ajustar direto na configuração e piorou. Antes de configurar a parte Fiscal, o que precisa estar pronto?


Atualização:

Concordo em parte com a Paula, o mapa ajuda, mas discordo de esperar por ele para começar. Obrigada pelas respostas. Testei primeiro a base com um grupo pequeno de itens e a mensagem de erro sumiu. Bem, puxando o fio: dá para validar o mapa em paralelo, enquanto a base é corrigida? Ou isso só gera retrabalho se o fluxo mudar?


Atualização:

Fechei com dois acordos: teste pelos casos difíceis e um dono da sustentação. Obrigada, Marcelo, Camila e Viviane. Testei o lote de itens atípicos e apareceram várias falhas que o grupo pequeno escondia. Bem, puxando o fio, e se o dono da sustentação for da TI e não do fiscal: quem aprova a mudança de regra?

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Por onde começar a governança fiscal? Pelo básico: cadastros limpos, sem códigos repetidos nem descrições genéricas, um dono definido para cada decisão e um desenho de aprovação hierárquico, claro para quem mexe na configuração. Depois, testar com os casos difíceis e combinar como se cuidam as mudanças após a entrada no ar. Recomendação prática: antes de tocar na configuração Fiscal, faça uma lista curta de pendências de base e de papéis, e só avance quando ela estiver vazia. A decisão tributária continua sendo do cliente. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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No meu caso de serviços, Wagner, temos entradas de itens que chegam por mais de um canal. Veja, falando sério, como identificar duplicidade nessa situação? Por exemplo, um mesmo item criado por compras e pela área fiscal. Existir uma trava na criação do item resolve, ou o ideal é limpar depois, na homologação, como você sugeriu?

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Quando o time pula a revisão da base, Viviane, a sustentação sofre. Olha, como sempre, a auditoria volta ao mesmo ponto: antes de mexer na configuração, limpe os itens com código duplicado e exija que cada alteração tenha um documento de justificativa. Já vi diversas vezes uma regra ser corrigida e o problema voltar porque dois códigos coexistiam. Em produção a limpeza custa mais, então faça na homologação.

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Falta definir o dono da sustentação. Camila, somando ao que você disse: bem, na sustentação, o controle de mudanças pesa mais que a implantação. Toda regra destinada a uma filial costuma afetar áreas diferentes, então combine antes quem aprova ajuste e como se reverte. Sem esse acordo, a configuração Fiscal envelhece rápido e ninguém sabe quem corrige.

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O risco que já vi é construir tudo em cima de dado sujo. No mês passado, tivemos de refazer a configuração Fiscal inteira. Discordo, Nádia, de testar só com grupo pequeno: considerando os itens com exceções, a amostra não mostra os casos difíceis. Os problemas constantes aparecem nos itens atípicos. Teste com os piores casos, e o desenho será construído sobre chão firme.

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Marcelo, a gente fez outro caminho. Só pra alinhar, ó: em vez de amostra, listamos os itens de consumo mais movimentados e os controlados por área, e validamos esses primeiro. Vale quando a base é grande demais para revisar tudo; quando é pequena, revisar tudo é melhor. A decisão do que cada item significa para o contribuinte é da área fiscal da casa.

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Só a base basta? Discordo em parte, Jéssica. E aí, o plano é validar também o desenho do processo? Na auditoria do agro, as características do fluxo de circulação dos itens importam tanto quanto a base: se o fluxo físico não bate com o que está lançado, a base limpa não salva. Como complemento, eu pediria o mapa do processo antes de mexer na configuração Fiscal.

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No meu caso de serviços, a primeira coisa pronta tem de ser a base cadastral: cada item com código único, descrição clara e um dono atribuído. Olha, pelo que vi, quando a aquisição de itens segue padrão, a configuração anda; quando não, vira correção sem fim. Nádia, antes de começar, caracterize cada tipo de item que vocês compram e vendem, e só então ajuste o Fiscal no SAP.

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