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Fóruns / Alimentos, bebidas, farma e agro no SAP: regras por setor

Qual é o impacto de agronegócio e Alimentos no fechamento fiscal?

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9 Respostas

Resultado que importa para mim: saber onde o fiscal aperta quando entram alimentos. Estou numa farma com RISE with SAP e vamos passar a vender alimentos, com o portfólio acrescido de uma linha nova. Já tentei levantar o que muda e acabei com uma lista de itens acessórios e de cadastros adicionados ao material, sem saber o que pesa de verdade no fim do mês. A lição é, pois é, que a lista cresce mais rápido que o entendimento. Que pontos do fiscal de alimentos vocês olham primeiro?


Atualização:

Obrigado, Ricardo. Na minha rotina fiz a amostra com poucos itens, e a lição é, pois é, que dois deles caíram na classificação errada por causa do cadastro, não do fluxo. Você faz essa amostra antes ou depois de mexer no cadastro? E quem valida o resultado do lado do contribuinte, o jurídico ou a contabilidade?


Atualização:

Se a amostra e o painel convivem, ótimo: a lição é, pois é, que o cadastro vem antes de tudo. Obrigado a todos. Fábio, o painel é atualizado à mão ou sai do sistema? E o Fernando sugeriu conferir no meio do período; vocês fazem isso com todos os alimentos ou só com os itens novos?

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O que mexe no fiscal quando entram alimentos? Quase sempre, o cadastro dos itens. Combine mecanismos simples de conferência, como amostra de itens reais e comparação entre esperado e obtido, com registro de quem validou, para que as conferências melhorem a cada ciclo. Recomendação final: comece pelo cadastro, deixe a regra com o contribuinte e só avance para o fluxo quando o item estiver classificado e validado. Depois disso, repita a conferência a cada nova linha de produtos, sempre com a mesma rotina, e guarde o registro de cada rodada. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Na minha rotina, então, na prática, deixo intencionalmente um item de cada grupo de alimentos fora da amostra, para ver se o resultado se repete. Complementando o Fábio, a diferença líquida entre o esperado e o obtido nesses itens de fora diz se a amostra representa bem o fiscal do conjunto. Se der muito diferente, amplio a amostra antes de concluir qualquer coisa.

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O que ajudou: um painel simples com uma linha por item de alimentos e o tratamento fiscal esperado ao lado do obtido. Olha, o desenho é este: o painel tem formato fixo, e o impacto de qualquer mudança no cadastro aparece na mesma tela. Vale quando o portfólio é grande; para poucos itens, uma planilha resolve.

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Acrescento um ponto, Adriana. Então, vale registrar que os efeitos de um cadastro errado só aparecem no fechamento, quando o fiscal de alimentos já está com o prazo apertado. Por isso peço a conferência em meados do período, não no fim. Assim o ajuste, se precisar, sai com calma e o fechamento não vira correria.

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Jefferson, na minha equipe, os sistemas conectados ao SAP enviam o cadastro dos itens destinados à venda, e o fiscal confere antes de o cadastro chegar ao SAP. E olha que isso poupa retrabalho com alimentos. Vale quando o cadastro vem de fora; quando nasce dentro do SAP, a conferência no próprio material resolve melhor.

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Já vi uma conferência dar tudo certo enquanto o erro estava nas características do cadastro do item, que ninguém comparou. Kleber, discordo num ponto: reunir as áreas não basta sem evidência. E aí, o truque é registrar no log o que cada área conferiu. Só assim somos capazes de provar, no fiscal de alimentos, quem validou o quê.

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Concordo em parte com o Thiago, mas discordo de confiar em relatórios automáticos sem olhar o item novo. E aí, no meu time, as cabeças de cada área, fiscal, estoque e vendas, se reúnem antes de liberar. Complementando, a conferência dos alimentos ganha muito quando alguém de fora do fiscal lê o resultado e estranha o que ficou diferente.

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Já pensou em conferência automática por amostragem? Veja bem, né, no meu time a auditoria interna compara o tratamento fiscal de alimentos de um mês com o do mês anterior, e separamos alimentos para animais dos demais. A conferência automática vale quando o volume é alto; a leitura manual vale quando o item é novo e ainda não tem histórico para comparar.

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Quando alimentos entram no cadastro, olhe primeiro a classificação de cada item, porque o resto do fiscal depende dela. Bem, o x da questão é que no agronegócio aparecem itens parecidos, como aditivos, e a classificação errada contamina tudo adiante. Eu faria uma amostra de itens reais, rodaria o fluxo completo e conferiria se o tratamento bate com o que o contribuinte decidiu. A regra é decisão do contribuinte; o nosso papel é mostrar que o sistema aplica o que foi decidido.

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