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Fóruns / Alimentos, bebidas, farma e agro no SAP: regras por setor

Quando agronegócio e Alimentos exige revisar a parametrização fiscal?

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6 Respostas

Quando um cliente novo entra na nossa linha de insumos, a parametrização costuma ficar igual à dos antigos. Por experiência, pois é, isso gera surpresa. Temos um material que foi acrescido de um componente na formulação, e os itens adicionados ao cadastro ficaram com a mesma regra do aditivo que já existia. Rodamos S/4HANA com GUEPARDO Tax; comparei o cadastro e a determinação de imposto, sem achar nada óbvio. Em que situações vocês entendem que é hora de revisar a parametrização fiscal desse tipo de setor?


Atualização:

Concordo em parte, Lívia, e agradeço a ideia do campo; discordo só de deixar o usuário preencher sozinho. Por experiência, pois é, ele marca sempre cosmética. Testei os dois jeitos no ambiente de qualidade e o campo vazio passou batido. Pergunta de seguimento: vocês amarram esse preenchimento a um fluxo de aprovação, ou confiam em relatório posterior?


Atualização:

Valeu, Diego, ajudou bastante. Por experiência, pois é, a data de vigência foi o que faltou no meu teste. Incluí no cadastro e refiz as notas de qualidade, e agora a revisão da parametrização acompanha a data. Uma dúvida final: vocês aplicam a vigência por material ou por tipo de movimento?

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Se a parametrização fiscal ficou parada enquanto o negócio mudou, o risco é pagar imposto indevido ou deixar de refletir uma operação nova. Convém revisar sempre que muda a natureza do material, a finalidade de uso ou o tipo de movimento, inclusive o que sai a título gratuito. Amarre cada revisão a um gatilho, a uma data de vigência e a um teste de nota em qualidade, e guarde o registro de quem aprovou. Corrigir depois custa caro: refazer nota, explicar diferença e, às vezes, discutir indenização com o parceiro. A decisão fiscal é do contribuinte. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Revisar a parametrização também vale quando surge movimento sem cobrança. Meu adendo, tá: amostras enviadas gratuitamente e remessas gratuitas costumam ir por tipo de movimento próprio, e se o time reaproveita o tipo de venda, o resultado muda. Fizemos um cadastro separado desses movimentos e um teste antes de cada mudança. Vale o cadastro separado para volume recorrente; para caso eventual, basta um roteiro de conferência. Se o brinde for para familiares de colaboradores, a política interna precisa definir isso antes do teste.

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Henrique, vou direto, ó: o gatilho funciona, mas falta registrar o que foi decidido. Um ponto novo é guardar, junto da revisão da parametrização, a data a partir da qual a mudança passa a valer, porque os efeitos de uma alteração retroativa são caros de desfazer. No log vejo notas emitidas na véspera com a regra antiga. Quem aprova deve ter direito de reverter, e a TI não deve mexer em direitos de acesso sem pedido formal.

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O risco que já vi é a mudança entrar em produção sem ninguém olhar para onde o material vai. O plano é uma revisão por gatilho: se a finalidade declarada no cadastro muda, de revenda para consumo interno, por exemplo, a parametrização é revisada antes da liberação. Para lotes destinados a clientes novos, pedimos ainda um teste de nota em qualidade. Vale o gatilho quando o cadastro é bem preenchido; se for fraco, vale mais a revisão periódica completa.

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E se for só mudança de rótulo, Rafael? Então, como de costume, aqui em S/4HANA 1909 vejo no log de alterações do material que a descrição mudou, mas nada do cálculo. Um ponto novo: separar mudança que afeta a alimentação de animais, ou o uso do item em alimentos, de mudança só cosmética. A primeira pede revisar a parametrização; a segunda pede só registro. Vale criar no cadastro um campo indicando a natureza da mudança.

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No agronegócio, a parametrização precisa ser revisada sempre que o material muda de natureza, como vi na minha rotina com uma mistura que passou a levar um componente novo. O pulo do gato, né, é amarrar a revisão a um evento: mudança de formulação, de uso ou de tipo de movimento. Depois, abra um registro administrativo da mudança, com quem pediu e quem aprovou, e teste a nota antes de liberar. A decisão sobre o tratamento fiscal fica com o contribuinte.

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