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Fóruns / Alimentos, bebidas, farma e agro no SAP: regras por setor

Como testar agronegócio e Alimentos antes de ir para produção?

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8 Respostas

Já vi teste de agronegócio passar limpo em homologação e dar problema depois, porque ninguém simulou o caso em que o adquirente muda no meio do fluxo. Trabalho num e-commerce com SAP e GUEPARDO Tax e vamos ampliar o catálogo para essa linha. Olha, dito isso, ainda não sei montar os casos: hoje tenho só cenários de venda comum e uma carga adquirida de um parceiro para simular. Quais cenários vocês consideram indispensáveis para testar o agronegócio antes de liberar o ambiente?


Atualização:

Obrigada, Yara, ajudou muito. Rodei o caso de devolução em teste e o resultado saiu diferente do esperado; olha, dito isso, acho que o erro foi na minha massa de dados. Você monta a massa à mão ou copia de movimentos reais? E quem confere o resultado esperado, o fiscal ou o time de sistema?


Atualização:

Concordo em parte com a rodada curta do Paulo, mas discordo de ela valer sozinha aqui. Obrigada a todos. Juntei as duas trilhas da Paula e testei em duas filiais: numa deu certo e na outra o resultado divergiu. Olha, dito isso, não sei se foi cadastro ou parametrização. Patrícia, como você separa uma coisa da outra?

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Teste em camadas, sempre. Comece pelo cadastro, siga para o fluxo completo e termine com a conferência contábil, anotando o esperado antes de rodar. Repita em mais de uma filial e guarde o log de cada caso. O processo fica seguro quando se investiga a causa, não só a diferença. Antes de ir para produção, faça uma rodada final curta com os casos que já deram problema, e deixe a decisão tributária de cada ponto com o contribuinte, que é quem decide. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Camila Martins, vou direto, pois é: discordo de fechar o teste só pela conferência cruzada, porque ela mostra a diferença sem explicar a causa. Em operações com vários passos, um erro originado no cadastro aparece lá na frente como se fosse do fluxo. Eu pergunto primeiro qual dado é o originário e só depois comparo os saldos. Assim a equipe aprende a testar a causa, e não só o sintoma.

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Já vi um teste ser dado por encerrado sem que ninguém olhasse o saldo contábil depois dos movimentos de mercadoria. Segundo o que li sobre o assunto, o fiscal é checado com cuidado e o contábil fica de fora. No meu time, cada caso fecha com conferência cruzada: movimento de mercadorias, lançamento contábil e registro fiscal. Vale quando o prazo é curto, porque mostra rápido onde o fluxo mercantil se rompe.

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Dá para testar também por filial? E aí, puxando o fio do Paulo, no log do faturamento já vi o mesmo caso se comportar de outro jeito conforme o estabelecimento emissor. Por isso eu repetiria um caso em filiais diferentes, inclusive em outra unidade da federação. Se a diferença some, ótimo; se aparece, o log mostra a regra que o sistema aplicou.

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Na minha rotina, o que pega é a conferência de entrada: monto casos de pedido com encomenda para data futura e confiro o que foi entregue. Um adendo, ó: tenho um terceiro caminho, uma rodada curta com poucos lançamentos escolhidos pelos erros do passado. Ela vale quando o prazo aperta e nada mudou na configuração; a trilha completa vale quando houve mudança. Em energia, o fechamento não espera.

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Quando o teste mede só o resultado de tela, a questão é que, pois é, passa batido um erro no cadastro do destinatário. Complementando a Paula, as duas trilhas devem usar dados cadastrais reais e incluir um lançamento efetuado com dados incompletos. No S/4HANA 2023, eu testaria também as saídas efetivas, não só a simulação, em ambiente de homologação com autorização de teste.

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Aqui na empresa, tá, o resultado que importa: separar o teste em duas trilhas. Aqui na casa, tá, a primeira cobre as compras comuns e a segunda cobre o material em consignação, que tem fluxo próprio. Vale a primeira quando o catálogo é simples; vale a segunda quando o resultado fiscal decorrente do fluxo muda com a situação do item. No ECC 6.0 isso evita um teste gigante e ajuda a achar onde quebrou.

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Carolina, para testar essa linha, comece pelos casos em que o item muda de situação ao longo do fluxo. E aí, em outras palavras, simule a aquisição, o recebimento e a devolução do mesmo item e confira se o resultado fiscal acompanha cada passo. Se anteriormente você só validava a venda, inclua também cenários de alimentos com cadastro diferente do padrão. Registre o resultado esperado antes de rodar, para comparar sem viés.

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