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7 Respostas

Preciso separar bem isso. No nosso RISE com SAP, a área de vendas comerciais vende pela web e também por um parceiro de marketplace. Veja, falando sério, o cadastro do cliente fica no mesmo código, e o time de SD não sabe se o pedido é nosso ou do parceiro. A tela da nota mostra o cliente, mas o log não diz quem atuou como agenciador da venda. Já tentei ler o leiaute da nota, mas as duas situações se misturam. Afinal, o que diferencia uma venda própria de uma venda por marketplace no cadastro?


Atualização:

No meu caso de serviços, a rotina é outra: o pedido entra pelo canal da loja e o parceiro emite a nota. Veja, falando sério, testei no ambiente de homologação e o campo de intermediação aparece vazio quando não há plataforma. Vou pedir ao time de SD que compare o ciclo com a nota do mês passado. Você vê diferença entre venda própria e venda por parceiro quando o pagamento passa por fora?

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Resumindo, a regra é simples. Venda pela internet é a categoria ampla, e marketplace é o modelo em que uma plataforma de terceiros faz a ponte entre quem vende e quem compra. Para pessoas jurídicas e físicas, o campo de intermediação segue a mesma lógica. Minha recomendação prática: marque o tipo de operação já no pedido, valide o arquivo em homologação antes de transmitir e revise a nota sempre que surgir parceiro novo. Isso evita rejeição no envio e deixa a conferência do fechamento mais simples. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Roberta, bem, um ponto importante: a nossa equipe separa as vendas intermediadas das vendas diretas já na origem do pedido. O intermediador fica num campo próprio, e o relatório filtra por ele. Vale quando a operação tem muitos parceiros e o fechamento é diário. Para poucas vendas, uma tabela de conferência resolve. Não recomendo gravar nada sem validar o XML antes.

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Concordo em parte com a Renata, mas discordo do caminho de só preencher o campo. Um alerta, ó: nossa equipe criou uma regra que copia o indintermed do registro do parceiro e grava o infintermed no envio. O campo informado vira a base da validação, então dá para ver o erro antes da transmissão. Vale quando há muitos parceiros; para um só, o trabalho manual resolve.

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O risco que eu já vi é o campo sair vazio no XML sem ninguém perceber. Felipe, e aí, contando nos dedos, você precisa informar quem atua no meio antes de enviar, ou pode deixar essas informações para o fim do mês? Quero entender se as partes inscritas no registro do parceiro entram sozinhas. Não sei se a regra do SAP cobre isso.

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Será que o indicador é obrigatório até na venda própria? Renata, bem, na minha área de telecom, o campo aparece zerado, mas a nota foi rejeitada. A regra incluída no leiaute fala de tag de intermediação, e não sei se o campo vazio conta como dado. Você já testou essa situação, ou só leu a regra?

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Se o cliente final estiver em outro estado, o truque é, tá, olhar a descrição do tipo de operação antes do envio. Renata, complementando o que você disse, o delivery não muda o tipo de venda: quem decide é o campo de intermediação lançado na nota. Os contribuintes que vendem pela plataforma precisam conferir isso antes de transmitir, senão a regra não aparece no XML.

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Venda por marketplace é a que passa por uma plataforma de terceiros, que faz a ponte entre o vendedor e o comprador. Se não me engano, o e-commerce próprio é o caso em que a loja vende pela sua própria estrutura, sem terceiro no meio. Considera-se quem presta serviços e negócios referentes à transação, e isso precisa aparecer no XML quando houver plataforma.

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