Tenho acompanhado a transição do ECC 6.0 e, com minha vivência anterior focada em aspectos fiscais, busco alinhar como os dados mestres de unidade e GTIN realmente orbitam a operação de distribuição e varejo dentro do sistema. Trabalhei muito com a granularidade das vendas e queria entender melhor como isso se materializa na prática. Quando estamos na emissão da Nota Fiscal, percebo a importância de mapear corretamente esses indicadores. Veja, o cerne da questão é garantir que a informação tributária esteja perfeitamente espelhada na operação logística. Diante disso, quais são os pontos cruciais desses dados mestres de unidade e GTIN que exercem influência direta na correta execução dos processos de distribuição e venda no módulo fiscal do SAP?
Atualização:
Agradeço as considerações de vocês. Na minha experiência, o alinhamento entre a unidade de venda e o código tributário é onde reside a maior complexidade ao migrar um processo antigo para o ambiente do sistema. Veja, o cerne dessa operação é garantir que a informação contratual reflita com precisão o que está sendo tributado. Considerando que o código de barras GTIN pode ser usado para a unidade logística ou para a unidade tributável, como vocês gerenciam a validação cruzada desses atributos quando há múltiplas camadas de embalagem na saída do estoque?