Olá a todos. Assumi recentemente a responsabilidade por parte da distribuição e estou navegando na transição do nosso sistema anterior para este ECC 6.0, e reconhecendo a importância da correta transição para o ambiente digital. Já revisitei os requisitos para a Escrituração Fiscal Digital, entendendo que a integração dos fiscos exige muito cuidado com os dados que alimentam o processo. E aí, e olha que, estamos tentando mapear como os nossos dados mestres atuais se traduzem no que é exigido para a correta apuração no Distrito Federal. Dada a complexidade e a necessidade de precisão desde o início, gostaria de saber: quais são os elementos mestres cruciais que precisam estar perfeitamente alinhados no nosso cadastro para que a geração dos arquivos fiscais reflita corretamente a realidade do ICMS no DF?
Atualização:
Agradeço as contribuições de ambos, pois navegação nesse mapeamento entre o que tínhamos e o que o ECC 6.0 exige para o ambiente digital é um processo contínuo. Testei como a nossa visão sobre a integração do projeto SPED se conecta com a realidade da apuração no Distrito Federal. E aí, e olha que, considerando que o Bloco B entrou em vigor a partir de janeiro de 2019, gostaria de saber como podemos assegurar que a sequência correta dos blocos, incluindo o bloco zero, está sendo perfeitamente endereçada na nossa rotina atual.
Atualização:
Agradeço muito os apontamentos de todos sobre a transição e a complexidade dos requisitos digitais. Fiz testes focados na coerência dos fluxos espelho entre nosso ERP legado e as exigências do SPED para o DF. E aí, e olha que, dado o início do Bloco B em janeiro de 2019, gostaria de discutir como podemos validar a integridade dos registros iniciais antes da geração dos demais documentos fiscais para minimizar retrabalho.