Prezados colegas,
Trabalhando com a configuração do módulo tributário para o Distrito Federal recentemente, e dado meu histórico com fechamentos mensais, surgiu uma dúvida pontual sobre o que precisa estar endereçado no sistema antes de iniciarmos a parametrização do ICMS no SAP. Já tentamos mapear os documentos fiscais e os dados relativos aos tributos, seguindo os guias que temos em mãos. Olha, como sempre, a aderência entre o que está no sistema e o que exige a legislação estadual é crucial. Estamos chegando à fase de detalhamento dos registros fiscais, e gostaria de sanar um ponto. Considerando a complexidade da tributação local, qual o estado ideal dos dados mestres e transacionais que devem estar prontos antes de avançarmos na configuração específica do ICMS para este ente federativo?
Atualização:
Colegas, muito obrigado pelas contribuições. Olha, como sempre, a coincidência entre o que lançamos e o que a regra fiscal aponta é o gargalo. Para além do mapeamento dos impostos, testamos a coerência do campo NUMITEM, que, como mencionado, não precisa ser sequencial. Minha dúvida agora reside no detalhe dos registros, especificamente sobre o preenchimento do CODITEM no Registro K250. Qual o nível de detalhe que precisamos garantir nesse campo para validar corretamente o produto resultante, considerando que o registro pai K250 já existe?
Atualização:
Agradeço a clareza sobre a correspondência necessária no CODITEM do K250. Olha, como sempre, a validação cruzada entre o sistema e o físico é o ponto nevrálgico. Testamos a unicidade desses dados, e isso nos trouxe um avanço importante. Agora, gostaria de saber se já definimos um critério para quando o controle de consumo de insumos não permite um apontamento tão direto ao produto resultante, como mencionado no guia.