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Fóruns / Recuperação de créditos e CIAP do ativo imobilizado no SAP

Como o bloco G deve ser posicionado na sequência de blocos da EFD ICMS/IPI ao gerar o arquivo no fechamento?

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6 Respostas

Juliana, no nosso varejo o fechamento roda no S/4HANA 2023, e o bloco G entrou na geração com a abertura do período. Na última rodada, veja, no meu time, a sequência saiu com o G logo depois do bloco 0 e antes do C, e o PVA reclamou da ordem. Fizemos uma alteração no programa de geração e o problema continuou. No período anterior o arquivo passou, então suspeitamos da inclusão do G, não da escrituração. Testamos gerar só com o bloco 0 e os blocos C e D, e a validação passou. Qual é a posição correta do bloco G quando ele entra no arquivo do fechamento?


Atualização:

O resultado que importa: a ordem certa resolveu a rejeição numa unidade, mas não nas outras. Testamos, veja, no meu time, o G depois do D em duas unidades e o resultado se repetiu. Ainda não entendo por que a outra gerou sem aviso. A ordem que ela usa é a mesma? Preciso saber se há uma configuração escondida antes de mexer no restante.


Atualização:

Vale testar a ordem antes de unir? Testamos, veja, no meu time, e o resultado não mudou nada. O validador não reclamou do G, mas o total de linhas do D veio diferente depois da união. Helena, isso acontece só com esse tipo de bloco ou também nos outros? Preciso saber por onde começar.

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Juliana Jesus e eu chegamos ao mesmo ponto: a sequência manda mais do que a pressa. Antes de gerar o arquivo final, confira se a ordem segue a tabela, com o bloco 0 primeiro, o B quando aplicável, depois C, D, os demais e o 9 no fim, que encerra o arquivo. Em seguida, gere um teste por unidade e compare o total de linhas com a entrada da base. Quando nenhuma diferença sobrar, faça a geração definitiva e entregue a cópia ao fisco. Não una arquivos antes de corrigir a sequência, porque o ajuste depois custa mais. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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O risco que já vi: o G sair antes do D e o validador só acusar depois da geração. Márcio Cardoso, segundo o que li, ó, a sequência vem diretamente dos blocos dispostos na tabela. Mas o bloco B só vale para o distrito, então, fora do DF, ele fica de fora? Isso muda onde o G entra?

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Concordo em parte: unir arquivos ajuda quando o prazo aperta. Discordo, porém, de quem acha que o G deveria ficar em qualquer lugar, porque, bem, no fechamento, o que pesa é a linha digitada na posição certa. O desempenho da geração não muda essa exigência. Antes de liberar, confira a sequência com a tabela de blocos do guia.

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Na nossa rotina de e-commerce, o caso concreto é o contribuinte com CNPJ em dois estados, e aí a contagem dos registros muda. Caio Lima falou em gerar à parte, e eu completo: depois de unir, confira a contagem de linhas de cada bloco contra o total gerado. O que pesa, o x da questão, viu, é que o validador não reclama da ordem quando a soma bate, mas reclama quando um bloco some. Para contribuintes com mais de um estabelecimento, faça essa checagem por unidade e não só no consolidado.

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Quando o G cai fora da sequência, a nossa equipe prefere gerar o bloco à parte e unir os arquivos depois. Isso só vale se o valor da fração já estiver calculada no sistema de origem, abrindo um parêntese, viu, porque a condição de cada linha precisa bater com o livro. Se a base não estiver fechada, ajustar a ordem na geração é mais seguro, mesmo com mais retrabalho. Considerando nossa rotina de construção, o caminho de unir arquivos economizou tempo, mas exige conferência dobrada. Cada caminho tem seu lugar, e a regra é escolher pelo risco de divergência.

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Pelo que vejo, e aí, de cabeça, eu olharia a sequência assim: bloco 0, B quando aplicável, C, D e, por último, os demais blocos antes do 9. O G fica após o D. Os blocos aplicáveis ao seu caso seguem essa mesma ordem, e a apropriação do crédito do imobilizado, lançada no G, também precisa respeitar a posição apropriada. Vale conferir se nenhuma mudança manual trocou a ordem antes da geração.

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