Colegas, acompanhando a transição para o ECC 6.0 e, mais recentemente, este cenário maior, tenho observado que mesmo com processos bem definidos, os equívocos na apuração tributária persistem. Trabalhando com movimentações agrícolas, a complexidade dos regimes e a dinâmica da operação tornam o risco de erro sempre presente. Por exemplo, em um registro recente, identifiquei uma divergência que parecia residir na segregação dos valores no encerramento do período. E olha que, pois é, ajustes finos são cruciais. Diante dessa vivência, gostaria de saber quais são os equívocos mais frequentes que vocês encontram ao realizar essa apuração dos tributos.
Atualização:
Agradeço as contribuições de vocês. Trabalhei bastante com a conciliação desses ganhos e perdas cambiais, e olha que, pois é, a minutagem desses ajustes realmente faz diferença no encerramento. No ECC 6.0, eu costumo checar manualmente os lançamentos que envolvem moeda estrangeira antes de liberar o lote. Gostaria de saber se, além da parametrização, existe alguma funcionalidade dentro do próprio módulo que minimize a necessidade dessa validação externa gerada pela variação cambial.
Atualização:
Agradeço a todos pelas visões. Eu também vivenciei essa dificuldade inicial com a migração, e olha que, pois é, a qualidade da informação primária é o gargalo. No meu ambiente, mesmo com controles robustos, ainda encontramos ajustes manuais para conciliar o fluxo. Gostaria de saber se vocês identificaram algum ponto de falha recorrente no processo de geração desses dados que, se endereçado na origem, evitaria quase todos os retrabalhos no encerramento gerados pelo sistema.