Olá a todos. Estou migrando da indústria química e estou agora imersa na operação fiscal, utilizando o SAP e o GUEPARDO Tax. Ao analisar os primeiros painéis gerenciais, percebi que a visualização dos dados tributários é crítica para o controle interno. Já tentei mapear os fluxos de entrada e saída do sistema, comparando projeções com o realizado, mas o entendimento completo ainda foge um pouco. Veja, por assim dizer, que os indicadores fiscais parecem muito complexos inicialmente. Quais são, na visão de vocês, os equívocos mais frequentes que encontramos ao construir ou utilizar esses painéis gerenciais fiscais?
Atualização:
Gabriel, sua colocação sobre a visão do negócio versus o processamento do sistema é muito pertinente. Veja, por assim dizer, que eu enfrentei isso ao validar lançamentos fiscais, comparando o esperado com o efetivamente gerado. Ao tentar conciliar isso no painel, percebi que a discrepância nem sempre reside apenas na soma final. Gostaria de saber se há algum detalhe específico no fluxo de dados que costuma causar maior confusão na passagem do sistema para a representação visual do controle.
Atualização:
André, obrigado pela contribuição. Sua observação sobre a segregação tributária é um ponto que realmente observei ao revisar os resultados. Veja, por assim dizer, que ao mapear os tributos gerados pelo GUEPARDO Tax dentro do SAP, notei que o detalhamento dos componentes fiscais é vital para o nosso controle. Minha dúvida agora é sobre a temporalidade desses dados: qual seria o erro mais comum ao tentar correlacionar o lançamento gerado no sistema com a obrigação acessória subsequente no painel?