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Fóruns / Conciliação fiscal e contábil, dashboards e fechamento no SAP

Quem deve ser o responsável por conciliação fiscal e contábil dentro da empresa?

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5 Respostas

Trabalhando com o S/4HANA 2023, migrei recentemente de uma operação mais tradicional e percebi que a fronteira entre o que o fiscal faz e o que o contábil deveria absorver ficou bem tênue. Antes, a conciliação era um processo mais sequencial, mas com a integração que o novo ambiente proporciona, qualquer desalinhamento gera um impacto imediato em ambas as esferas. Já tentei mapear os fluxos para que a informação passe mais limpa, mas a atribuição da responsabilidade por sanar as divergências ainda gera atritos internos. Agora, como dizem, a teoria é uma coisa e a prática é outra. Diante dessa complexidade inerente ao sistema moderno, quem deveria ser o principal guardião dessa conciliação fiscal e contábil dentro da estrutura corporativa?


Atualização:

Agradeço a visão sobre o esforço colaborativo, Bruno. É exatamente isso que tento implementar. No meu cenário, o que testei é isolar as fases de fechamento para que o volume de ajustes seja menor, mas o desafio persiste. Agora, como dizem, a teoria é uma coisa e a prática é outra. Minha dúvida é: como estruturar o fluxo de trabalho no sistema para que o apontamento de divergência seja automatizado e direcionado ao time correto, diminuindo o retrabalho manual?

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Considerando a complexidade inerente à integração dos registros, a fronteira entre os procedimentos fiscais e os contábeis exige uma governança clara. O sucesso reside em estabelecer um mecanismo onde o time que insere os dados primários não apenas registra o fato gerador, mas também antecipa sua implicações tributárias. A divergência só se torna um problema de encerramento se a origem da informação estiver incompleta ou incorreta. Portanto, sugere-se formalizar um ponto de contato cruzado durante o processamento contínuo, antes da fase de fechamento, para que quaisquer discrepâncias possam ser sanadas imediatamente, garantindo a coerência do sistema como um todo.

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Na minha vivência com o segmento de alimentos, percebemos que a separação muito rígida dos times gera gargalos. O caminho que adotamos foi criar um ponto focal ponte entre as duas áreas durante o ciclo fechamento. Isso significa que, colocando no papel, tá, um analista sênior acompanhava o lançamento contábil e o seu impacto tributário em paralelo. Isso permitia identificar desvios precocemente, antes que o encerramento fosse inevitável.

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Roberta Mendes, concordo com o foco na origem do dado. Meu vivência com o S/4HANA sugere que, por mais que a legislação tributária seja complexa, a clareza na rotina operacional é o que sustenta a integridade dos registros. Se o registro contábil reflete o movimento físico ou comercial, o fiscal deve apenas validar a aplicação correta do encargo. E aí, o prazo é justamente garantir que o lançamento inicial já enderece todas as dimensões fiscais necessárias. Isso diminui drasticamente a fase de ajustes de encerramento.

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Eu discordo um pouco da ideia de isolar apenas as fases de fechamento para ganhar escala. Na minha experiência, o problema não é só o volume, mas a geração da diferença. Se a informação tributária não está correta desde o início, nenhum isolamento vai consertar o equívoco estrutural. E aí, a sacada é mapear o ponto exato da entrada de dados que causou o desalinhamento, para que a correção seja na fonte, e não apenas no encerramento do ciclo.

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A responsabilidade pela conciliação fiscal e contábil deve ser um esforço colaborativo, embora o ponto de origem da informação difira. Minha vivência em migrações mostra que, embora o fiscal garanta a conformidade com os tributos devidos, o contábil precisa validar a representação fiel desses fatos dentro do balanço. Então, segundo o que li, o processo ideal exige que o time que gerou o lançamento inicial acompanhe a chegada dele ao outro módulo, cruzando os dados em tempo real. Isso evita que a correção se torne um jogo de empurra.

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