Trabalhando com o S/4HANA 2023, migrei recentemente de uma operação mais tradicional e percebi que a fronteira entre o que o fiscal faz e o que o contábil deveria absorver ficou bem tênue. Antes, a conciliação era um processo mais sequencial, mas com a integração que o novo ambiente proporciona, qualquer desalinhamento gera um impacto imediato em ambas as esferas. Já tentei mapear os fluxos para que a informação passe mais limpa, mas a atribuição da responsabilidade por sanar as divergências ainda gera atritos internos. Agora, como dizem, a teoria é uma coisa e a prática é outra. Diante dessa complexidade inerente ao sistema moderno, quem deveria ser o principal guardião dessa conciliação fiscal e contábil dentro da estrutura corporativa?
Atualização:
Agradeço a visão sobre o esforço colaborativo, Bruno. É exatamente isso que tento implementar. No meu cenário, o que testei é isolar as fases de fechamento para que o volume de ajustes seja menor, mas o desafio persiste. Agora, como dizem, a teoria é uma coisa e a prática é outra. Minha dúvida é: como estruturar o fluxo de trabalho no sistema para que o apontamento de divergência seja automatizado e direcionado ao time correto, diminuindo o retrabalho manual?