Olá a todos. Sou Murilo e trago um desafio que vivenciei bastante ao longo dos meus vinte anos na área, especialmente migrando para o S/4HANA 2023. Em implementações anteriores, eu tinha um fluxo bem definido de responsabilidades fiscais dentro do processo comercial. Agora, com a complexidade das configurações atuais, a linha entre o que o sistema faz e o que a equipe devo fazer ficou mais tênue. Tentamos mapear detalhadamente quem seria o ponto de controle final da apuração dos tributos gerados pelas transações, mas a discussão interna ainda gera ruídos. E aí, sem rodeio, gostaria de saber: diante da integração total do sistema, qual o papel mais adequado para cada área interna na responsabilidade pela acuracidade dos impostos apurados?
Atualização:
Olá Ivone. Concordo plenamente com sua colocação sobre a dependência do conhecimento técnico especializado. Na minha experiência, focando na transição para o ambiente mais recente, mapeamos o fluxo de dados e o papel do sistema, mas e aí, sem rodeio, a execução da apuração ainda parecia ser um gargalo humano, não algorítmico. Se o sistema apenas executa o que lhe é dito, qual seria o ponto ideal para o controle humano validar a integridade desses gatilhos fiscais antes da geração do documento final?
Atualização:
Olá a todos. Agradeço as visões trazidas, pois elas tocam exatamente no cerne do meu questionamento. Meu trabalho recente envolveu testar cenários complexos de movimentação comercial sob o novo arcabouço, e aí, sem rodeio, a complexidade reside na correta aderência dos dados transacionais ao motor tributário. Diante disso, como podemos estruturar o fluxo de trabalho para que a responsabilidade pela integridade fiscal não se perca na transição entre o módulo de vendas e o contabilizador, garantindo que a validação ocorra no ponto mais estratégico?