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O que é o MD5, relacionado ao Guia Prático, constante do Ato Cotepe 09/2008?

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5 Respostas

Quando eu fui preparar a entrega da EFD ICMS/IPI no nosso ECC 6.0, o time pediu para conferir o Guia Prático que baixamos pela internet. Depois, veja, eu aprendi na marra que uma cópia interrompida pode gerar outro conteúdo sem avisar. Apaguei o histórico, limpei o cache, baixei de novo e rodei o MD5 com o algorithm que já usamos em outras obrigações. O código bateu com o do colega, mas não com o da versão que eu tinha salva na pasta. Pelos capítulos acrescentados e pela abertura da versão nova, qual é o jeito seguro de confirmar que o Guia Prático relacionado ao Ato Cotepe 09/2008 é o oficial?


Atualização:

Concordo em parte com o pessoal, porque o MD5 sozinho já ajuda bastante. Discordo, porém, de confiar só no código. Obrigado a todos pelas respostas. Veja, eu aprendi na marra que o cache do navegador escondia uma cópia velha do Guia Prático. Testei a conferência em outra máquina e o código mudou, então agora comparo sempre com a versão do Cotepe publicada. Vocês já passaram por isso? Como separam as cópias antigas?

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Encerrando, o processo é simples. Primeiro, confira a origem dos documentos, de preferência pelo caminho oficial de download e nunca por cópia recebida de colega. Depois, gere o valor de conferência com uma ferramenta reconhecida e compare com o que foi estabelecido pelo Cotepe como referência. Não existe atalho, porque coincidir num valor não prova que o conteúdo é o mesmo. Recomendação prática: mantenha um registro interno com nome, data e identificação de cada documento aprovado, e revise esse registro antes de cada fechamento. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Ricardo, na nossa equipe a regra é outra: antes de baixar o Guia Prático, limpamos os cookies do navegador e guardamos a cópia em pasta só de leitura. Quando precisamos de uma versão mais antiga, usamos a descrição da mudança publicada pelo Cotepe para escolher o Guia Prático relacionado ao período certo. O combinado é, tá, que nenhuma cópia entra no fechamento sem conferência de código, mesmo que o colega diga que é a mesma. Cada caminho vale para um cenário, então escolha pelo tamanho do risco e não pelo hábito.

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O risco que já vi é o contribuinte gerar a conferência de um Guia Prático que não é o que consta no Ato Cotepe 09/2008, e ninguém percebe porque o nome continua igual. André, complemento o seu ponto do cache: o problema volta quando o time tem contribuintes em mais de um estado, cada um com uma cópia baixada em data diferente. Bem, seja como for, a saída que funciona aqui é manter uma planilha constante com nome, data e valor de conferência de cada cópia validada.

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Na minha rotina, o MD5 do Guia Prático é o que comprova a cópia certa, então gero o código e comparo com o que o Ato Cotepe 09/2008 indica. Olha, o combinado é aceitar só quando os dois códigos baterem, porque o MD5 é um algoritmo de hash e cada cópia gera um resultado próprio. Antes do fechamento da apuração, confiro a versão, limpo o histórico do navegador e baixo de novo se algo não bater. Vale anotar a data de cada conferência, principalmente quando houver alterações no Guia Prático, para não misturar a versão antiga com a atual.

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Será que o MD5 basta sozinho, João? Olha, calma lá, concordo com a sua regra, mas eu olharia também o Guia Prático que já foi aberto no ano anterior, porque ele pode ter sido trocado numa atualização sem aviso nítido. Arquivos antigos guardados na pasta do time costumam confundir quem confere, então vale renomear cada cópia com a versão e a data. Assim o MD5 que você gerou fica preso ao arquivo certo, e a conferência deixa de depender da memória de quem baixou.

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