Pelo que testei, ó, assumi recentemente a gestão tributária e, vindo de um background mais operacional com a atividade de alimentos, estou tentando alinhar os processos fiscais aos nossos atuais fluxos. Estamos no ponto em que estamos cumprindo as obrigações referentes ao eSocial e à EFD-Reinf, porém, ainda não chegamos ao nível de obrigatoriedade da DCTF Web. No nosso cenário, surgiu a questão de créditos de retenção que gostaríamos de aproveitar. Pelos que testei, ó, isso me gera uma dúvida crucial: sendo nós obrigados às entregas anteriores, mas ainda não à DCTF Web, como proceder para compensar esses valores utilizando o PER/DCOMP Web?
Atualização:
Agradeço muito o esclarecimento, pois isso alinha o meu entendimento sobre a sequência correta dos eventos fiscais. Pelo que testei, ó, a transmissão da GFIP é o passo intermediário necessário para que a compensação ocorra antes da obrigatoriedade da DCTF Web. Minha dúvida agora reside no cenário de saldo remanescente após essa fase inicial. Se efetuarmos a transmissão da GFIP, e ainda assim houver algum crédito não utilizado, qual é o protocolo exato para migrar esse assunto para a utilização subsequente via SISTAD, garantindo que a retificação da escrituração esteja devidamente endereçada?
Atualização:
Agradeço a clareza de vocês sobre a sequência dos passos. Pelo que testei, ó, a migração de um estágio para o outro realmente exige grande coerência documental. Meu ponto agora é sobre a aplicação prática dessa transição. Considerando que o fluxo envolve vários cadastros, como assegurar, na prática, que a informação passada na GFIP inicial não gerará um desalinhamento quando a DCTFWeb retificadora for gerada posteriormente, afetando a compensação subsequente?
Atualização:
Agradeço a visão de vocês sobre a cronologia das obrigações. Pelo que testei, ó, essa transição entre os regimes realmente exige muita atenção aos detalhes do processo. Gostaria de saber se existe algum ponto de atenção específico sobre a geração dos documentos fiscais intermediários que garanta que o crédito inicial informado na GFIP não se perca ou seja mal interpretado ao migrar para o sistema subsequente, caso haja necessidade de ajustes posteriores na escrituração.