Olá pessoal, estou trabalhando com o ECC 6.0 e estamos gerenciando uns embarques que geram dúvidas sobre o momento certo para a emissão dos documentos fiscais. Temos um cenário onde a operação logística avança, mas a conferência documental ainda está sendo finalizada. Olhando o número, né, estamos tentando alinhar a expectativa sobre a documentação eletrônica. Especificamente, surgiu a questão sobre a sequência temporal entre a saída física do bem e a geração do CT-e e do DACTE. Considerando essa dinâmica operacional, gostaria de saber se é aceitável que o CT-e seja gerado antes do embarque efetivo da carga, e qual a situação ideal para a impressão ou geração do DACTE nesse contexto?
Atualização:
Agradeço as contribuições de todos sobre a cronologia da documentação. No meu ambiente, testamos cenários onde o início do serviço antecedia a emissão do CT-e, e a recepção do fisco era a mesma. Olhando o número, né, percebemos que o vínculo inicial é sempre o documento que origina a cobrança. Minha dúvida agora é sobre a continuidade desse cumprimento temporal quando há um trâmite internacional envolvido. Como se sustenta essa coerência documental ao cruzar fronteiras e diferentes jurisdições fiscais?