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Fóruns / Testes fiscais, cutover e go-live fiscal no S/4HANA

Quem deve ser o responsável por migração ECC → S/4HANA dentro da empresa?

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5 Respostas

Pessoal, minha vivência com migrações anteriores me fez pensar muito sobre a governança desse processo. Estou entrando no assunto por ser desenvolvedor e não estou no núcleo fiscal, então se a questão for muito técnica tributária, peço desculpa se for um conhecimento mais avançado. Estamos no cenário de um ECC mais antigo, com integrações que já usamos o GUEPARDO Tax, e o caminho para o S/4HANA parece gigantesco. Já mapeamos os requisitos funcionais, mas a parte da transição do conhecimento e dos recursos internos ainda está nebulosa. O número é, ó, qual deveria ser o principal patrocinador dessa jornada de migração dentro da organização?


Atualização:

Pessoal, obrigado por compartilharem essas visões. Meu ponto inicial era justamente tentar definir quem puxa as rédeas nesse movimento complexo. No meu teste anterior, focamos muito em como a parte funcional poderia conduzir os requisitos, mas senti que faltou uma clareza sobre a ponte entre o conhecimento do negócio e a execução técnica. O número é, ó, qual seria o melhor arranjo para que a mudança não se torne apenas um problema de conciliação de tarefas.

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A transição de um sistema mais antigo para o novo ambiente exige mais do que apenas um patrocinador; requer uma arquitetura de responsabilidades bem definida. A alta gestão deve, inegavelmente, fornecer o patrocínio estratégico e os meios para que o projeto ocorra. Contudo, a condução do entendimento das necessidades tributárias e operacionais deve advir da área que possui o domínio deste negócio. Sugiro que a operação fiscal lidere a definição dos requisitos críticos de migração, atuando como principal validadora do escopo tributário. A equipe de tecnologia, por sua vez, deve ser a executora técnica desta transformação, garantindo a ponte entre o legado e o avanço funcional.

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Olha, como já disse, minha equipe encontrou um caminho intermediário em um cenário similar. Acreditamos que, embora a alta direção deva ser a guardiã do projeto, a execução da governança da mudança deveria ser distribuída. O time de negócio, por ter o contato mais próximo com a operação diária, poderia conduzir os requisitos funcionais, enquanto a área de TI forneceria a camada técnica para a transição. Isso divide o peso e garante que o conhecimento operacional não se perca na transição.

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Valéria, quando você menciona que a gestão fiscal deve liderar a validação dos requisitos de migração, gostaria de entender como equilibrar essa condução com a necessidade de a área de TI executar a camada técnica da transição. Já adianto, ó, na minha experiência, a operação fiscal precisa de um mapeamento muito sólido do que o sistema legado suportava para não haver surpresas na nova plataforma.

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Embora concorde que a alta gestão precisa patrocinar, acredito que a gestão fiscal tem um papel mais ativo na condução da transição do ponto de vista tributário. O escopo tributário é extremamente detalhado e a operação do sistema, mesmo com um bom complemento, reflete diretamente na conformidade legal. E aí, ou seja, a área que detém o conhecimento profundo do negócio e das obrigações fiscais deve liderar a validação dos requisitos de migração.

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A responsabilidade primária por direcionar a migração do ECC ao S/4HANA reside na alta gestão, pois é ela quem chancela o escopo e aloca os recursos necessários para avançar nessa transformação. Minha vivência no fechamento do mês passado mostrou que qualquer desalinhamento na visão estratégica da liderança gera ruídos enormes na execução técnica. Veja, diga-se de passagem, que a operação fiscal, mesmo com o sólido suporte do GUEPARDO Tax, exige uma ponte conceitual que só a diretoria pode estabelecer claramente. É um projeto de negócio, não apenas de TI.

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