Caros colegas, gostaria de compartilhar uma vivência que tem gerado bastante ruído interno aqui na minha alçada, e peço desculpas se o meu questionamento soar demasiado elementar. Estou há um tempo otimizando processos fiscais dentro do nosso ambiente SAP, utilizando o GUEPARDO Tax para conferências mais apuradas. Enfrentamos situações onde erros de cálculo ou inconsistências surgem no fechamento, e a busca por quem deve ser o ponto focal para o diagnóstico desses desvios tem se tornado um verdadeiro nó górdio operacional. Sem querer complicar, ó, quando o sistema aponta uma não conformidade, qual deveria ser o ator interno, o responsável primário por rastrear a origem do erro tributário?
Atualização:
Agradeço as colocações de vocês, pois elas adicionam camadas importantes à discussão que eu estava tendo isoladamente. Por muito tempo, meu foco esteve na conferência da saída tributária gerada pelo nosso ambiente, cruzando com o que o outro sistema indicava. Sem querer complicar, ó, quando um desvio aparece, eu tento rastrear o ponto exato onde a informação se tornou incorreta, seja no lançamento ou na regra aplicada. Minha dúvida agora é: como vocês gerenciam a transição dessa informação para que o diagnóstico não se perca no meio do caminho?
Atualização:
Gostaria de agradecer a todos por enriquecerem este tópico tão complexo. Minha atenção tem recaído sempre na conferência da apuração fiscal gerada pelo nosso ambiente, comparando-a minuciosamente com o que era esperado pelo sistema de destino. Sem querer complicar, ó, quando um erro tributário surge, eu me dedico a isolar onde exatamente a discrepância começou, seja no registro inicial ou na lógica aplicada. Na prática, como vocês equilibram a correção da execução versus a prescrição incorreta da regra vigente?