Com a migração para o ambiente mais recente, o volume e a complexidade das obrigações fiscais aumentaram exponencialmente. Já estamos operando no sistema mais recente e tentamos centralizar a validação dos parâmetros tributários na área de TI, mas o fluxo de informações geradas pelas diferentes unidades de negócio exige um envolvimento constante. Olha, como dizem, o mapeamento preciso das regras de negócio para o lançamento contábil é crítico. Dada a natureza integradora do nosso ERP, surge a dúvida sobre o ponto de maior responsabilidade. Quem, dentro da estrutura organizacional, deve assumir formalmente a curadoria e a validação final dos testes fiscais para garantir a conformidade do processo?
Atualização:
Agradeço a contribuição de ambos. Eu, como auditor interno vivendo essa transição, venho vendo que a dificuldade não é só no lançamento, mas na rastreabilidade do porquê o sistema gerou um determinado comportamento fiscal. Olha, como dizem, a teoria é uma coisa e a prática no encerramento do mês é outra. Considerando que o mapeamento do negócio é feito pela funcional, qual seria o melhor ponto de validação contínua para garantir que as configurações estão sempre alinhadas com a realidade fiscal da operação?