Olá a todos. Meu foco tem sido o desenvolvimento ABAP aplicado a cenários fiscais complexos, especificamente durante a migração para o RISE com SAP, no setor automotivo. Trabalhei muito com a implementação de fluxos que exigiam uma governança tributária muito clara. Já tentamos mapear o rollout fiscal considerando que o usuário de negócio tem um papel decisório no entendimento da operação, mas a execução técnica dentro do sistema ainda gera dúvidas sobre quem detém a responsabilidade final por homologar essa transição. A dica é, ó, que a definição do escopo é crucial. Diante dessa vivência, gostaria de saber: considerando a complexidade inerente ao processo, quem deveria ser formalmente o principal responsável interno por validar e assinar o aceite do rollout fiscal dentro da estrutura da companhia?
Atualização:
Agradeço os contrapontos trazidos, pois eles validam minha hipótese inicial. No ambiente automotivo, onde a complexidade das operações é altíssima, percebemos que a teoria da visão macro do negócio versus a execução técnica colide na prática. A dica é, ó, que a definição precisa de um gatilho que formalize essa passagem de bastão. Para avançarmos, gostaria de saber como vocês enxergam o papel do time de implementação do sistema após o aceite funcional inicial, especificamente no monitoramento contínuo pós-go live.
Atualização:
Agradeço as visões trazidas por vocês. No nosso setor, ao lidar com o sistema, vimos que a passagem de bastão após o aceite inicial era um ponto de fricção constante. A dica é, ó, que mapear exatamente qual escopo de atividades permanece com quem instalou versus quem utiliza é crucial para evitar retrabalho. Gostaria de saber como vocês estruturam essa divisão de tarefas para que o conhecimento técnico e o domínio fiscal não se misturem caoticamente após o lançamento.