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Fóruns / RISE, GROW with SAP e o fiscal na nuvem

Onde olhar primeiro quando fiscal no RISE e GROW with SAP apresenta divergência?

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5 Respostas

Bem, aqui na empresa, uma nota saiu diferente ontem. Bem, aqui na casa rodamos SAP com GUEPARDO Tax num ambiente RISE, e o fiscal apresenta divergência entre o valor da nota e o que o relatório de apuração mostra. Já comparei o documento de material com o documento contábil, conferi o código de imposto e revisei uma exit que escrevi no ano passado. Nada explicou a diferença. Para quem opera em RISE ou GROW with SAP, com menos acesso ao sistema, onde olhar primeiro quando o fiscal apresenta divergência assim?


Atualização:

Bem, aqui na empresa, ontem peguei uma nota de serviço da rotina e refiz o caminho da Viviane. Obrigada. Bem, aqui na casa o cadastro do parceiro estava com a classificação trocada, e o cálculo seguiu a classificação errada do início ao fim. Corrigi no teste e a linha mudou. Fiquei com uma dúvida: depois de corrigir o cadastro, vocês reprocessam as notas antigas ou deixam como estão e tratam por ajuste?

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Já vi equipe gastar uma semana corrigindo relatório de apuração quando a causa estava no cadastro do parceiro. O risco é tratar o sintoma. Quando o fiscal apresenta divergência no RISE ou no GROW with SAP, a ordem prática é esta: confira primeiro o documento de origem, com o cálculo de imposto e o cadastro de material e parceiro; depois verifique se houve mudança recente de versão ou de parametrização; só então olhe a apuração e as obrigações. Registre cada causa encontrada, porque casos repetidos viram atalho de diagnóstico. Sem acesso ao detalhe técnico, abra chamado levando a nota e o resultado esperado. A decisão sobre o tratamento tributário segue sendo do contribuinte. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.

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Concordo em parte com a Rosana, mas discordo da lista como ponto de partida. Bem, em todo caso, ela envelhece rápido e vira desculpa para não investigar. Um ponto novo: antes de comparar com qualquer lista, veja se alguma mudança recente no sistema ou no cadastro coincide com a data em que o fiscal apresenta divergência. Em RISE, atualização da nuvem pode mexer em comportamento sem aviso claro. Eu olho primeiro o calendário de mudanças e só depois a nota.

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Reprocessar sempre? Até onde sei, né, depende do estado da nota. A outra forma que nossa equipe adotou foi montar uma lista de casos conhecidos, e quando o fiscal apresenta divergência a gente compara primeiro com essa lista antes de abrir chamado. Vale quando o erro é repetido e já tem causa conhecida: é rápido e evita investigação longa. Já quando a divergência é nova, o melhor é partir para a determinação de imposto, como a Viviane sugeriu, porque a lista não ajuda em causa desconhecida.

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Se o cálculo já nasce torto, Viviane, como eu enxergo isso sem acesso ao log de determinação? E aí, como já disse, no nosso caso o ambiente é de nuvem e quase tudo passa por chamado. O que a nota apresenta na tela de impostos eu consigo ver, mas o caminho de determinação não. Qual seria o primeiro ponto que dá para checar sozinho, antes de a divergência chegar ao fechamento?

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Olhe primeiro a determinação de imposto na própria nota, antes de qualquer relatório. E aí, o problema é que muita gente começa pela apuração e só depois descobre que o cálculo já nasceu torto no documento. Na migração que acompanho, a tela de impostos da nota apresenta a linha com o código esperado, mas o log de determinação seguia outro caminho. Quando a divergência existe na origem, o relatório só repete o erro. Compare a nota com o cadastro do material e do parceiro, e só depois suba para a apuração.

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