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Fóruns / RISE, GROW with SAP e o fiscal na nuvem

Qual é o impacto de fiscal no RISE e GROW with SAP no fechamento fiscal?

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9 Respostas

Na nossa rotina de distribuidora, o caso concreto foi no último fechamento: o livro de apuração gerado pelo S/4HANA 2021 não batia com a planilha que a gente mantinha em paralelo. Peguei o log do job e na tela aparecia diferença só em notas de transferência entre filiais. Tentei reprocessar a apuração do período e a diferença continuou, e a equipe de TI disse que a configuração estava igual à do ambiente de teste. Agora, o bom é que já sabemos onde olhar, mas não sabemos se o problema vem do impacto fiscal da migração para o RISE ou de algum ajuste manual antigo. Como vocês conferem esse impacto no fechamento quando há migração envolvida?


Atualização:

Ana, obrigada pela dica da conciliação por documento. Agora, o bom é que testei numa amostra de notas e encontrei diferença justamente em uma condição de transferência, então o seu cruzamento item a item foi certeiro. A pergunta de seguimento é: depois de cruzar, vocês corrigem também a configuração ou só o lançamento do mês?


Atualização:

Concordo em parte com o que foi dito sobre as duas camadas. Obrigada a todos. Testei a regra no ambiente de homologação e ela de fato sobrepôs a condição, mas discordo de que isso resolva o caso do fechamento, porque a diferença continuou em outras notas. Agora, o bom é que temos uma pista. Pergunta de seguimento: alguém já montou um roteiro para separar o que vem da regra e o que vem da condição?

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O risco mais comum no fechamento é tratar a diferença como problema único, quando ela costuma vir de duas origens: dado migrado e regra de apuração. Antes de mexer em qualquer cadastro, registre o período, guarde o log e compare a nota que divergiu com a que bateu. Só depois olhe as parametrizações de imposto e as regras de apuração, porque uma pode esconder a outra. Corrija uma camada por vez e reprocesse, para que cada correção tenha efeito medido. E não faça esse trabalho no dia do fechamento. Com essa sequência, a equipe chega ao resultado com evidência, e a pergunta sobre o impacto deixa de depender de intuição.

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Dúvida rápida: vocês usam o GUEPARDO Tax junto com o SAP nesse fechamento? Olha, diga-se de passagem, Leandro, a tabela de condição pode não ser a única peça, porque em algumas configurações a regra cadastrada no GUEPARDO Tax entra na apuração e sobrepõe o que está no SAP. Na nossa experiência, vale conferir as duas camadas antes de concluir que a configuração está errada, senão a comparação fica incompleta. Esse é um ponto novo que não tinha aparecido na conversa.

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Se o time já está com a migração no ar, outra forma que a gente usou foi manter o fechamento paralelo por um ciclo, com o relatório antigo gerado ao lado do novo. E aí, quer dizer, a conta só fecha quando os dois batem, e a divergência vira item de pauta. Esse caminho vale quando há tempo e gente para manter as duas bases, o que na pressa de fechamento quase nunca acontece. Quando não há essa folga, eu prefiro uma conciliação dirigida só pelos tipos de operação que mudaram, porque custa menos e ainda pega a diferença.

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Na minha rotina de serviços, a gente trabalha com contas de transferência entre filiais que ainda estão no legado, e é exatamente aí que me preocupa. Leandro, na prática, viu, você disse que o ponto é a condição migrada. Como você identificou que a condição estava errada sem comparar uma nota que deu certo? Quero entender se a tabela sozinha basta.

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Discordo, com todo respeito. A conversa vem tratando a diferença como problema de configuração, mas no meu caso ela era de cadastro: o código fiscal do cliente estava desatualizado e o sistema calculava certo sobre um dado errado. Dito isso, eu não recomendo corrigir o cadastro antes de rodar a comparação, porque a gente perde a evidência do que estava errado. Primeiro registre a diferença, depois corrija e reprocesse, senão o histórico some junto com o erro.

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O resultado que importa é guardar uma foto do período antes de qualquer correção, e o Eduardo tocou nisso. Veja, até onde sei, o ponto que costuma faltar é salvar o log do job e o relatório de apuração com data e usuário. Assim a equipe compara o antes e o depois sem depender da memória de quem rodou. Eu acrescentaria uma regra: nenhum reprocessamento acontece no dia do fechamento, porque o tempo aperta e a pressa costuma apagar a evidência.

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O risco que eu já vi foi o time aceitar o número da apuração sem conciliar o faturamento com o fiscal, e a diferença só apareceu meses depois. Vale registrar, né, que a equipe de vendas mexeu no processo de faturamento sem avisar ninguém. Outra forma que adotamos foi conciliar por documento antes do fechamento, cruzando a nota de saída com o lançamento fiscal item a item, em vez de confiar no total. Esse caminho vale quando o volume é alto e o SD está bem configurado. Para operação pequena, a conferência por amostra já resolve e custa menos tempo da equipe.

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Dúvida rápida, mas a resposta direta é esta: o impacto no fechamento costuma estar na configuração das condições fiscais migradas, e não no programa. Olha só, viu, eu começaria comparando as parametrizações do ambiente antigo e do novo, filtrando primeiro as operações de transferência. Quando batem, o problema está no dado de origem. Quando não batem, é configuração. Essa separação economiza muito tempo, porque a equipe deixa de reprocessar o período inteiro sem saber o motivo.

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Concordo em parte com o caminho de comparar as tabelas, mas discordo do filtro só em transferência. Olha, o cerne está em que a diferença pode vir de qualquer operação que use a mesma condição, não só das transferências. No ERP de onde eu vim, o cálculo era feito por outro código, e a regra pode ter sido traduzida de forma incompleta para mais de um tipo de nota. Eu não filtraria antes de provar o caso isolado. Primeiro escolheria uma nota que deu diferença, veria quais condições ela usa, e só depois ampliaria o escopo com base nisso.

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