Tenho um caso de cadastro. Estou num projeto de agro com a versão nova do S/4HANA, e o time fiscal diz que o problema vem dos dados mestres, não da configuração. Eu já revisei o cadastro de clientes e de fornecedores, mas o imposto ainda sai diferente do esperado em algumas notas. No fim das contas, pois é, a gente não sabe se o campo de região, o grupo de material ou o tipo de parceiro pesam mais. Já tentamos alterar um por vez, mas o teste fica lento. Quais dados mestres vocês consideram decisivos para o fiscal no RISE e GROW with SAP, e por onde começam a conferência?
Atualização:
Quando a Sílvia explicou a ordem, eu testei começar pelo cliente, e no fim das contas, pois é, a região foi de fato o gargalo. Obrigado, Sílvia. Ainda não entendi como vocês tratam o cliente que compra de duas regiões diferentes. Qual critério usam para escolher o cadastro que vale na nota?
Atualização:
Concordo em parte com o Thiago, porque fornecedor entra na apuração e não dá para ignorar. Obrigado a todos. No fim das contas, pois é, testei a ordem dele num recorte pequeno e vi que o efeito some sem a causa. Discordo, porém, quando ele diz que o cliente vem por último, porque nossa base mostrou o contrário. Qual foi o caso concreto de vocês que levou a esse ponto de vista?