Pular para o conteúdo

Fóruns / RISE, GROW with SAP e o fiscal na nuvem

Quais são os erros mais comuns em fiscal no RISE e GROW with SAP?

Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
8 Respostas

Concordo em parte com quem diz que o maior erro está na configuração inicial, porque também vi isso acontecer. Trabalho numa operação de alimentos já no S/4HANA novo, com equipe interna pequena. No primeiro fechamento, as notas de entrada saíram com a apuração certa na tela e errada no arquivo, e levamos dias para entender a diferença. Reprocessei a configuração duas vezes e revisei as definições de imposto por material, sem achar a causa. Um alerta para quem chega agora: não olhe só a tela, compare o que o sistema gravou com o que foi gerado. Quais erros vocês mais encontram nessa fase, e como detectam cada um antes do fechamento?


Atualização:

Obrigada, Vinícius. Testei o que você sugeriu e o log mostrou a mesma condição de imposto faltando. Um alerta: consegui reproduzir só em um grupo de materiais, o que sugere que o cadastro é mesmo o problema. Vocês usam algum relatório de conferência antes do fechamento, ou fazem tudo manualmente?

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

O risco que mais aparece nesse tema não está numa linha de configuração isolada, e sim na falta de uma checagem que cruze a visão da tela com os registros gravados. Cadastro mal cuidado, classificação herdada e condição de imposto sem dono viram o mesmo sintoma: o valor correto aparece na visualização e o incorreto no arquivo gerado. Minha recomendação prática é simples. Antes de virar rotina, rode um lote pequeno e representativo, mantenha um responsável por cada cadastro que alimenta a apuração e guarde a trilha de cada diferença encontrada. Assim a discussão deixa de ser opinião sobre quem errou e vira prova de onde o processo quebrou.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Concordo em parte com quem colocou a conferência no pedido, e a gente costuma, tá, fazer isso também. Só que na nossa distribuidora a equipe adotou uma verificação de classificação antes da liberação do pedido, com uma tela própria para o consultor de vendas aprovar. Essa outra forma funciona melhor quando o volume de pedidos é alto e a equipe de vendas é grande. Quando o volume é baixo, prefiro a conferência no faturamento, porque o custo de manter a tela pesa mais que o erro esporádico. Cada caminho vale para um tamanho de operação.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Isso já acontece na criação do pedido, Paula, ou só quando a nota herda o valor? Como dizem, o detalhe muda tudo para a gente, porque nosso caso é siderurgia, com vários centros de custo e cliente de exportação que muda de tipo no meio do processo. Preciso saber em qual etapa a conferência deve começar.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Na venda, a nota de faturamento herda a classificação do pedido. E aí, como de costume, ninguém confere o cliente lá no início. Discordo com educação de quem disse que o erro nasce na apuração: no nosso caso ele nasce antes, quando o pedido é criado com o tipo de cliente errado. Na tela, a nota mostra o imposto calculado, mas o log do faturamento já trazia a origem errada.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Quando a diferença aparece no relatório de conferência, olha, de longe o padrão parece pequeno, mas o auditor pergunta o que aconteceu com cada ocorrência. Rafael, concordo que separar erro de dado e erro de leitura é o ponto central, e eu acrescentaria o registro da trilha: guardar o log e a tela do momento em que o valor foi visto. Assim dá para provar qual etapa errou, sem depender da memória de quem rodou o processo.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

A conclusão que importa é que o erro mais caro não é o cadastro, e sim a falta de conferência entre a apuração e o contábil. Agora, um alerta: discordo de tratar o cadastro como vilão sempre, porque na minha experiência o campo certo muitas vezes existia e ninguém olhava o relatório de diferença. Com respeito, acho que a discussão precisa separar erro de dado e erro de leitura do resultado. Sem essa separação, a gente vai corrigir a tabela e repetir o problema no próximo fechamento.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

O risco que já vi mais é tratar o cadastro de materiais como detalhe, e o erro só aparece na apuração. Ano passado, numa distribuidora em ECC, o log mostrava a mensagem de condição de imposto não encontrada para um grupo de materiais e ninguém ligava uma coisa à outra. Antes disso, o erro era sempre o mesmo: classificação fiscal copiada de um material antigo, sem revisão. No RISE eu repetiria essa checagem antes de qualquer teste de fechamento, porque o problema some na tela e volta no arquivo.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Vinícius, eu completo com um ponto que aparece muito em obra e construção: o cliente costuma migrar o desenho do ECC sem reavaliar as regras de retenção por tipo de fornecedor. A conta é, pois é, simples de fazer no papel, mas o sistema não sabe que a regra antiga foi pensada para outro processo. Antes de qualquer fechamento, eu peço um teste com uma nota de cada tipo de fornecedor e comparo o resultado com o que o contador espera. Não é elegante, mas pega o erro cedo.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!

Perguntas relacionadas

Mais conversas em RISE, GROW with SAP e o fiscal na nuvem.

Ver todas do fórum