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Fóruns / RISE, GROW with SAP e o fiscal na nuvem

Quem deve ser o responsável por fiscal no RISE e GROW with SAP dentro da empresa?

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6 Respostas

O risco que mais vejo é ninguém saber de quem é a fiscal depois que o projeto sai do papel. Estamos numa operação de alimentos ainda no ECC, com a migração para o RISE já contratada pela diretoria, e a equipe de TI não quer assumir a parte de impostos. Calma lá, pois é, já tentamos colocar a responsabilidade com a área de contabilidade, mas o contador diz que a regra é do processo de vendas. Nas reuniões, cada área aponta para a outra e a configuração fica parada. Quem deve ser o responsável por fiscal no RISE e GROW with SAP dentro da companhia, e como vocês dividem essa função entre negócio, TI e contabilidade?


Atualização:

Quando o Túlio e o Moisés responderam, eu testei a divisão por fluxo num cenário pequeno, e calma lá, pois é, ela ajudou mais do que eu esperava. Obrigada aos dois pela franqueza. Mesmo assim, ainda não sei quem assina a regra quando venda e recebimento disputam o mesmo tratamento. Vocês já definiram um comitê para esse conflito, ou cada caso vai para a diretoria?

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Concordo em parte com a ideia de um responsável claro, porque sem um dono a configuração vira disputa entre áreas. Mas dar ao responsável um poder absoluto de veto costuma travar o projeto, e a sugestão de separar dono do processo de aprovação técnica resolve melhor esse impasse. Minha recomendação prática é montar uma matriz simples: cada fluxo com um responsável de negócio, uma validação técnica em outra área e uma trilha gravada de cada mudança fiscal. Antes de implantar, teste essa divisão em um recorte pequeno e registre quem decidiu o quê. Quando a matriz estiver rodando, revise as exceções em conjunto, e não em reunião de crise.

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Na minha rotina de farma, o caso concreto é o gestor fiscal querer aprovar tudo. Bem, no nosso caso, isso travou a configuração por muito tempo e a equipe de MM ficou parada esperando uma resposta. Discordo com educação da Ivone: poder de veto sem critério claro vira gargalo, e o responsável acaba sendo o último a saber de cada mudança. Eu separaria aprovação técnica, que pode ser da contabilidade, de aprovação de negócio, que fica com o dono do processo. Assim ninguém precisa esperar a pessoa certa estar disponível.

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Quem valida a aprovação técnica, Renata? Olhando o XML, pois é, percebo que a separação que você propõe só funciona se a trilha ficar gravada. Na auditoria, cada alteração de imposto precisa mostrar quem pediu, quem aprovou e em que momento, senão a separação vira só desenho. Eu acrescentaria um campo de justificativa obrigatório e um relatório de mudanças por responsável, revisado a cada ciclo.

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O resultado que importa é a nota de entrada cair certa, e isso depende de quem cuida do recebimento, não só da venda. Discordo com educação do Túlio quando ele coloca o responsável no processo de venda: no nosso caso, viu, a maior parte das diferenças nasce na movimentação de material e no recebimento de fornecedor. Se a fiscal fica com o comercial, a logística fica sem voz e a correção chega sempre tarde. Eu dividiria a responsabilidade por fluxo, com um dono para cada processo.

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Kátia, na minha visão o responsável deve ser o key user fiscal ligado ao processo de venda, com a contabilidade validando o resultado e a TI cuidando só da execução. Olha, olhando a tela de configuração, cada ajuste de imposto nasce numa área de negócio, então é ela que precisa responder pelo efeito. A contabilidade confere a apuração depois, e a TI não deveria decidir o tratamento. Quando essa separação fica clara, a discussão para de virar briga e o cronograma anda.

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Concordo com o Túlio. Olha, falando sério, eu acrescentaria que o responsável precisa ter poder de dizer não para um pedido de mudança que quebra a apuração. Vi isso na nossa rotina: quando o key user só executa o que o negócio pede, ninguém segura a configuração errada antes do teste. Por isso eu daria também ao responsável a função de aprovar ou recusar cada alteração fiscal, com registro do motivo, e não só de ajustar o que foi pedido.

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