Pular para o conteúdo

Fóruns / RISE, GROW with SAP e o fiscal na nuvem

Como testar fiscal no RISE e GROW with SAP antes de ir para produção?

Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
5 Respostas

Quando a gente foi testar a parte fiscal no nosso ambiente de RISE with SAP, a primeira tentativa foi copiar a produção para um sistema de teste e rodar as notas de um mês fechado. Deu certo na maioria dos casos, mas as devoluções e as transferências entre filiais ficaram de fora, porque ninguém tinha as massas de dados prontas. Uma ressalva, né: o time de negócio achava que estava coberto, e a equipe técnica achava o contrário. Sou auditor interno de uma montadora com S/4HANA 2021 rodando, e não quero repetir essa falha na próxima mudança de configuração. Como vocês estruturam o teste fiscal no RISE e no GROW with SAP antes de liberar para produção, e quem assina que o roteiro cobre o que importa?


Atualização:

Concordo em parte, o mapa de cenários é o caminho certo. Agradeço. Testamos o mapa na semana passada e passou, mas a paralela eu não acho que basta, porque o cenário passar não diz se o valor bate com o legado. Uma ressalva, né: não sei se a comparação por documento escala para milhares de notas por dia. Vocês fazem isso manual ou têm alguma ferramenta para automatizar a conferência?

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Teste fiscal é desenho, não etapa. Comece pelo mapa das operações que a empresa de fato roda, porque é ele que define o que precisa ser exercitado. Quando existe sistema antigo, a comparação de resultado pega divergências que nenhum cenário isolado enxerga. Um teste feito empresa a empresa só entra depois de confirmar que a configuração fiscal não é compartilhada, caso contrário ele dá falsa sensação de segurança. Recomendo que cada rodada tenha dono nomeado e critério de aceite escrito antes de começar, e que o contador valide o fechamento de teste com a mesma régua usada no fechamento real. Dessa forma a discussão sai da opinião e vai para evidência.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

O risco que eu já vi foi o time testar tudo junto e não conseguir isolar qual mudança quebrou o quê. Então, e aí, a verdade é que a gente passou a fazer teste empresa a empresa, ligando uma empresa por vez no ambiente novo e deixando as outras no legado. Funciona bem quando o grupo tem empresas independentes na apuração, porque o erro fica contido. Não vale quando as empresas dividem processos de intercompany, porque o teste de uma depende da outra e o isolamento não existe. Nesse caso eu voltaria para o mapa de cenários.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Tatiana, discordo com respeito de um ponto. O teste empresa a empresa parece isolar, mas o cadastro de parceiros e as tabelas de condição fiscal costumam ser compartilhados entre os códigos de empresa. Então, pelo que testei num cenário parecido, uma mudança de regra feita para uma empresa acaba valendo para as outras no mesmo momento, e o isolamento que você descreveu não acontece. Eu separaria o teste pela configuração compartilhada antes de ligar qualquer empresa, senão a contenção fica só no papel e a equipe aprende tarde.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Uma dúvida curta: vocês comparam o resultado com o sistema antigo ou só com o relatório do próprio contador? Aqui a gente adotou uma execução paralela, rodando a apuração no ambiente novo e no legado para o mesmo período, e conferindo a diferença por documento. Olhando o número, pois é, a diferença aparece logo no primeiro lote, e é mais barato corrigir ali do que depois do fechamento. Esse caminho vale quando o sistema antigo ainda existe e os dados estão limpos. Quando não existe mais legado, ou quando a operação mudou muito, eu prefiro o roteiro de cenários da resposta anterior, porque a comparação não tem com o que comparar.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Na nossa rotina de siderurgia, a gente testa fiscal no RISE com um cenário de fechamento completo, e não com notas soltas. Pelo meu histórico, ó, o que salvou o último trimestre foi montar um mapa com cada tipo de operação que a empresa roda de verdade, como remessa, devolução e transferência, e validar isso no sistema de teste antes do fechamento. Quando o roteiro é só um exemplo de nota, o problema aparece na semana do fechamento, que é a pior hora possível. Então a primeira coisa é mapear as operações reais, depois separar o que é configuração do que é customização, e só então validar a apuração com o contador olhando o resultado.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!

Perguntas relacionadas

Mais conversas em RISE, GROW with SAP e o fiscal na nuvem.

Ver todas do fórum