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Fóruns / Reforma no SAP: SAP Notes, adequação CBS/IBS e prontidão

O que precisa estar pronto antes de configurar capacitação Guepardo e Reforma Tributária no SAP?

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8 Respostas

Prezados colegas, acompanhando a implementação do nosso ambiente com o módulo de tributos e a integração da solução de cálculo, estamos avançando na fase de planejamento da transição para as novas diretrizes fiscais. Já fizemos uma análise preliminar dos requisitos para aderir ao Piloto da Reforma Tributária da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e também revisamos o escopo do nosso sistema para suportar os ajustes necessários. No entanto, para que a capacitação e a configuração do nosso sistema estejam completamente alinhadas com a complexidade do cenário atual, precisamos mapear os pré-requisitos operacionais. Pra ser justo, ó, gostaria de saber qual estrutura documental ou operacional deve estar consolidada antes de iniciarmos a parametrização final no sistema.


Atualização:

Agradeço a todos os contribuintes por compartilharem suas visões experientes. Testei a funcionalidade da emissão de documentos fiscais e a correta parametrização dos fluxos iniciais, mas ainda tenho dúvidas sobre o escopo completo. Pra ser justo, ó, além do mapeamento dos esquemas operacionais e da operação de emitir Nota Fiscal de Serviço Eletrônica, quais outros processos documentais ou de Receitas e Despesas precisam estar consolidados para uma transição suave e aderente ao piloto da Reforma Tributária do Consumo?

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Para avançarmos na adaptação ao novo regime fiscal, a operacionalização da faturamento eletrônico deve operar sem falhas. Contudo, como ponto adicional, a preparação não se restringe apenas à saída do documento fiscal. É imprescindível que os fluxos relacionados às entradas e saídas financeiras estejam perfeitamente alinhados. Especificamente, a definição clara dos sistemas de cálculo tributário a serem utilizados durante a simulação é fundamental. Sugiro que, antes de prosseguir com a configuração avançada, confirmemos a aderência dos registros contábeis e contábeis ao novo cenário proposto. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Pessoal, embora a emissão da NFS-e seja crucial, eu discordo que seja o único ponto crítico antes de configurar a parte tributária. Meu adendo, ó, que precisamos garantir que todos os esquemas operacionais estejam mapeados corretamente, pois a validação da adesão ao piloto vai além da mera emissão. Também precisamos olhar para os aspectos de Receitas e Despesas e como isso se integra ao nosso fluxo de informações.

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Diego, complementando sua questão, o bom é, ó, que além dos processos documentais e da emissão da NFS-e, precisamos ter clareza sobre os regimes de apuração aplicáveis. Para que a simulação inicial seja robusta, é vital que estejamos prontos para escolher o regime de apuração de IBS e CBS, se for o caso. Isso afeta diretamente a tributação simulada e garante que o cenário refletido no sistema esteja alinhado com o esperado durante a transição.

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Sérgio, sua colocação sobre a emissão da NFS-e como ponto crítico para o piloto é muito pertinente. Pensando na nossa transição, o bom é, pois é, que antes de mergulharmos na parametrização completa do módulo, precisamos ter certeza de que todos os nossos esquemas operacionais estão mapeados corretamente. Além da emissão, há algum outro processo documental ou de receita que precisamos validar nesse estágio inicial?

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Para frente, antes de mais nada, avaliamos que a correta parametrização tributária exige que a operação de emitir Nota Fiscal de Serviço Eletrônica esteja totalmente funcional. Essa etapa se torna crítica quando estamos tratando de transações sob o novo esquema de tributação. Se o foco for apenas migrar dados antigos, um mapeamento inicial pode funcionar. Contudo, ao simular o novo cenário, a emissão precisa ser perfeita para validarmos a aderência ao piloto.

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Olá Luiz, agradeço seu ponto sobre a necessidade de os fluxos de trabalho estarem prontos antes de avançarmos. Mas, veja, saindo um pouco do tema, gostaria de saber se, além da análise de documentos e procurações, existe algum outro aspecto operacional que precise estar totalmente consolidado para que a gente possa avançar na parametrização da parte da Reforma Tributária.

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Diego Moreira: Luiz, concordo plenamente com sua colocação. Complementando o seu ponto, para que a transição para o cenário da Reforma Tributária seja um sucesso, não basta ter os fluxos de trabalho mapeados. Agora, o cuidado é garantir que todas as interfaces de recebimento e registro de dados estejam perfeitamente alinhadas com as diretrizes vigentes. É vital que estejamos preparados para os aspectos operacionais que envolvam a emissão correta da Nota Fiscal de Serviço eletrônica e o gerenciamento documental frente à Receita Federal.

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Para iniciar a configuração da capacitação Guepardo e Reforma Tributária no SAP, é imprescindível que os fluxos de trabalho relacionados à aderência estejam bem estabelecidos. A análise dos documentos e a verificação das procurações são pontos cruciais antes de prosseguir. Precisamos garantir que os aspectos operacionais estejam prontos, como a consulta de restituição e a compensação de tributos. Sem pressa, pois é, este alinhamento prévio evita retrabalho na fase de parametrização avançada.

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