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10 Respostas

Estou há bastante tempo na área fiscal, vivenciei diversas transições, e agora estou no S/4HANA 2023, tentando acompanhar as novidades. Um colega trouxe um ponto sobre o Piloto, mas sem um cronograma claro, fica difícil alinhar as expectativas da minha equipe. Olhando o número que circula sobre este tema, ainda tenho dúvidas sobre a implantação prática. Para quem já navegou por essa fase, gostaria de saber justamente quando este Piloto começa e qual é a sua previsão de término.


Atualização:

Gostaria de agradecer as contribuições de vocês, porque realmente consegui mapear a fase inicial do Piloto. Meu foco era justamente entender o escopo dessa fase de testes. Olhando o número, seria útil saber sobre a manutenção desse ambiente após o período de testes. Vocês têm alguma informação sobre como é feita a sucessão ou a transição do ambiente Piloto para o uso operacional pleno, especialmente no que tange à continuidade dos fluxos de trabalho?

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Para quem acompanha o desenvolvimento, é fundamental distinguir a natureza da fase piloto da operação definitiva. O período inicial de testes, embora vital para refinar o funcionamento, possui um escopo claramente definido e não representa a operação corrente para todos os contribuintes de imediato. Enquanto o grupo escolhido valida o processo em um ambiente controlado, os demais devem acompanhar as orientações futuras. A chave reside em compreender que o cronograma de adoção subsequente para o corpo de contribuintes deve ser além do término da fase inicial. Recomendamos que todos mantenham um acompanhamento atento aos comunicados oficiais subsequentes para alinhar qualquer expectativa sobre a migração completa do sistema. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Olá Úrsula, complementando seu ponto sobre a transição para além do grupo selecionado, é preciso considerar que o escopo de testes no ambiente Piloto é bem, quer dizer, bastante delimitado. Embora a experiência piloto seja crucial para validar o processo, ela não se torna um modelo operacional para todos imediatamente. O cronograma para a expansão do uso do sistema deve respeitar um fluxo gradual, garantindo que todos os demais sujeitos possam se preparar adequadamente para a adoção subsequente, sem pressão prematura.

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Para quem não faz parte desse grupo inicial, a transição exige um planejamento diferente. Enquanto o Piloto segue um cronograma específico para os primeiros participantes, os demais contribuintes precisam acompanhar as diretrizes subsequentes. O x da questão, ó, é entender que cada momento exige uma abordagem distinta. Para o grupo piloto, o foco é testar o sistema em um ambiente controlado, enquanto para os demais, é a preparação para a implementação futura, respeitando o devido processo.

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Caro Talita Santana, complementando sua questão sobre o acompanhamento pós adesão, vale ressaltar que, embora o grupo inicial tenha um perfil específico, a transição para demais contribuintes deve ser planejada. É importante lembrar que nenhuma transação realizada no ambiente do Piloto possui efeito fiscal ou jurídico, não impactando declarações nem gerando obrigações tributárias. A fonte é que o piloto terá início em 1º de julho de 2025 com o primeiro grupo.

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Olívia Mendes, agradeço seu detalhamento sobre o início do Piloto. No entanto, gostaria de entender melhor como funciona o acompanhamento após a adesão. Você mencionou o grupo seleto, mas, veja, saindo um pouco do tema, como se comporta a fase de testes para quem não fazia parte desse vínculo prévio com a Receita Federal?

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Achei que talvez fosse importante clarificar um aspecto sobre a aplicação do novo sistema. Embora a adesão ao Piloto RTC CBS seja um passo importante, senti que talvez não tenham abordado completamente a parte da transição para quem não fazia parte desse vínculo prévio com a Receita Federal. Agora, o curioso é como o processo se desenrola para os demais contribuintes fora desse grupo inicial.

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Gostaria de complementar a informação sobre o início do Piloto. Embora o primeiro grupo comece em 1º de julho de 2025, é crucial lembrar que esse grupo específico é composto por empresas que já possuem algum contato prévio com a Receita Federal e assinaram um Termo de Cooperação, seja no âmbito do Programa Confia ou das homologações do SPED. O ganho é que isso direciona o foco para quem já tem esse relacionamento estabelecido.

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Carolina Machado: Olhando a situação, queria acrescentar um detalhe sobre a adesão ao Piloto RTC CBS. Para quem está organizando a transição, é fundamental saber que a documentação necessária, como o Termo de Adesão ao Piloto RTC CBS, deve ser preenchida e impressa em PDF. Além disso, a análise e confirmação dessa adesão, após o envio, tem um prazo estimado de quinze dias úteis. Olha, dito isso, o planejamento logístico dessa fase é crucial para um bom andamento.

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Para além do Piloto, existem caminhos distintos para o processo. Se o fluxo for por meio do Termo de Cooperação, a transação no ambiente Piloto ainda não possui qualquer efeito fiscal ou jurídico, nem mesmo gera obrigações tributárias. Contudo, se o contato for por outros meios, é preciso considerar o tempo médio de quinze dias úteis para a prestação do serviço, sendo este um dado que merece atenção. Agora, pra ser justo, cada abordagem tem seu momento adequado.

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Olá, Fernando. Como contador com minha experiência anterior à implantação, acompanho este assunto e posso esclarecer o ponto sobre o início e a extensão do Piloto. O Piloto terá começo em primeiro de julho de dois mil vinte e cinco, iniciando com um grupo seleto de contribuintes. Este grupo precisa ter vínculo prévio com a Receita Federal e participar do Programa Confia ou homologações do SPED, conforme o cronograma estabelecido. A título de exemplo, pois é, para quem está acompanhando a transição, é importante que esta informação sirva de base para o planejamento da sua equipe.

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