Pular para o conteúdo

Fóruns / Reforma no SAP: SAP Notes, adequação CBS/IBS e prontidão

Quem deve ser o responsável por adequação Sistêmica CBS/IBS dentro da empresa?

Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
8 Respostas

Bem, veja bem, tratando da adequação sistêmica CBS ou IBS, surgiu uma dúvida no meu escopo. Estou trabalhando com o S/4HANA versão 1909, e como recém ingressei na área de energia, vindo de um background em alimentos, estou revisando os fluxos. Os registros C500 e C590 são informados, mas preciso clarear quem deve ser o responsável interno por garantir que todos os detalhes para o Registro 1600 estejam corretos. Dado que esse registro envolve diversos operadores de pagamento, qual o papel da minha área no sistema para endereçar essa responsabilidade pela adequação tributária?


Atualização:

Bem, veja bem, eu tentei mapear a atribuição dessa responsabilidade de ponta a ponta. Entendo que a governança tributária é um esforço contínuo, e a operação de pagamento é só uma parte do ciclo. Considerando que os registros de pagamento precisam detalhar todos os meios de quitação, incluindo pix ou dinheiro, e que essa informação alimenta o Registro 1601, gostaria de saber como estruturamos essa passagem de bastão de dados entre os módulos operacionais e o fiscal, garantindo que o sistema trate essa informação de forma coesa.


Atualização:

Bem, veja bem, eu explorei bastante a funcionalidade dos registros C500 e C590, ligados à informação elétrica. Esses registros, e os 1500 e filhos, parecem ser mais específicos para operações interestaduais. Diante disso, gostaria de debater como o time deve mapear corretamente o participante que deve ser vinculado no Registro 1600, considerando a natureza variada dessas transações.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

A responsabilidade pela aderência ao novo cenário tributário envolve um esforço corporativo compartilhado, transcendendo a função isolada de um setor. A passagem de informações detalhadas sobre a quitação das transações, incluindo a diversidade dos métodos utilizados, deve ser fluida entre os sistemas operacionais e o módulo fiscal. Para assegurar a plena rastreabilidade e a integridade dos dados reportados, é crucial que o fluxo de informações seja contínuo, e não segmentado. Minha sugestão prática é estabelecer um ponto de governança que garanta a coerência dos dados desde a origem, validando que o registro fiscal reflete fielmente a operação ocorrida em todos os seus aspectos. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Acredito que simplificar demais a vinculação do Registro 1600 pode mascarar complexidades operacionais importantes. Se aplicamos o entendimento de que os registros 1500 e seus sucessores são exclusivos para distribuidoras com operações interestaduais, como você mencionou, precisamos ser muito cautelosos ao definir o participante naquele campo. Em linhas gerais, né, a atribuição correta depende da natureza exata da operação que está sendo declarada, e não apenas de um mapeamento genérico.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Alexandre Marques: Seguindo a linha de raciocínio de Nelson, a definição do participante no Registro 1600 não pode ser superficial. Considerando que os registros 1500 e seus descendentes são destinados especificamente a distribuidoras que fornecem energia para fora do estado, minha leitura, ó, é que a complexidade reside em garantir que o mapeamento reflita essa realidade operacional. Para endereçar essa atribuição, precisamos endereçar claramente quem são as administradoras de cartão ou os demais operadores de pagamento eletrônico quando tais operações são abrangidas pelo Registro 1600.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

A nossa abordagem inicial focou em centralizar a inteligência fiscal no time de back office, que orquestrava os dados antes do envio. No entanto, percebemos que isso gerava gargalos quando a operação era muito distribuída. A dica é, pois é, que a adoção de um fluxo de trabalho onde os módulos operacionais alimentam o fiscal em tempo real, mapeando a origem de cada recebimento, torna o processo muito mais ágil. Isso funciona melhor quando o volume de transações é grande e a diversidade dos meios de pagamento é alta, pois distribui o risco da informação.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Matheus, concordo com sua preocupação sobre a passagem de bastão e a coerência dos dados. O sistema precisa não apenas coletar os detalhes dos diversos meios de pagamento, como dinheiro ou transferências, que são informados no Registro 1601, mas também garantir que essa informação seja rastreável até a operação original. O teste é saber se a visão fiscal consegue correlacionar a quitação com a operação principal sem depender apenas da funcionalidade do módulo de pagamentos. É nesse detalhamento que reside a robustez da entrega.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Simone Santos, minha experiência em mineração e com GUEPARDO Tax me leva a pensar que a visão precisa ser mais integrada. Se os registros C500 e C590 estão sendo preenchidos corretamente, o desafio migra para a camada de pagamento. Leandro, você tocou no ponto dos operadores de pagamento, mas e aí, uma ressalva: o envolvimento dos diferentes meios de pagamento como dinheiro, pix ou criptomoedas, também deve ser documentado no Registro 1601, certo? A coerência entre todas essas camadas é o que garante a integridade da transmissão.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Eu discordo que a carga inteira caia sobre o time de pagamentos. Embora esses operadores sejam cruciais, a visão precisa ser mais ampla. O nosso escopo, como gerentes fiscais, deve ser garantir que a informação tributária gerada reflita corretamente a operação como um todo. A adequação sistêmica, e aí, no fechamento, é uma governança de ponta a ponta, não apenas um detalhe operacional dos meios de pagamento.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

A responsabilidade pela garantia da exatidão dos detalhes para o Registro 1600 recai sobre o time que gerencia os fluxos de pagamento eletrônico. Considerando a diversidade de participantes envolvidos, sua área precisa mapear corretamente os diferentes operadores. Por exemplo, as administradoras de cartão ou lojas private label, que são os operadores de outros instrumentos de pagamento, precisam ser relacionados no registro. E aí, por via das dúvidas, é crucial que o sistema reflita essa cadeia de informações para a correta tributação.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!

Perguntas relacionadas

Mais conversas em Reforma no SAP: SAP Notes, adequação CBS/IBS e prontidão.

Ver todas do fórum