Trabalhando com S/4HANA 2021 e migrando de uma estrutura de serviços, estou tendo dificuldades em definir claramente quem deve ser o guardião das ferramentas fiscais internas. A complexidade tributária exige um conhecimento profundo, e por vezes parece que somos nós que estamos tentando sustentar esse conhecimento técnico enquanto o negócio avança. Tenho acompanhado de perto a necessidade de cada detalhe, como os tributos a que se aplica ou as condições da concessão de um favor, e isso gera muita pressão. Dada essa minha vivência, e considerando que as definições tributárias são do contribuinte, qual seria o perfil idealmente encarregado por essa gestão documental e técnica dentro da corporação?
Atualização:
Agradeço muito a contribuição de vocês. Estamos testando essa divisão de papéis, e acompanhado de perto, percebo que a fricção ocorre justamente na transição entre teoria e execução. Por exemplo, tentando conciliar o que é estabelecido em lei com a aplicação prática no sistema, ainda temos dificuldades em mapear o escopo exato. Gostaria de saber como vocês lidaram com a documentação que formaliza essa alocação de tarefas diante de uma mudança trazida por uma nova orientação fiscal.
Atualização:
Agradeço a todos os apontamentos. Eu também acompanhei de perto essa tentativa de segmentação de tarefas. Nós implementamos um fluxo onde o time fiscal valida os pontos mais sensíveis, enquanto a operação cuida do operacional. No entanto, a complexidade reside em como garantir que essa transição entre o conhecimento normativo e a execução sistêmica ocorra sem riscos. Como vocês gerenciaram a documentação para sustentar essa divisão de afazeres perante uma mudança inesperada na legislação?