Com minha experiência de longa jornada na área fiscal, acompanhando o fechamento mensal, percebi que a coordenação do calendário tributário brasileiro, com sua fonte oficial e aderência às movimentações do negócio, exige uma definição clara de responsabilidades internas. Durante o encerramento do mês passado, passamos por um cenário onde a alocação dessa gestão gerou certa tensão. O sistema que utilizamos, na versão atual, aponta diversas variáveis que precisam ser conciliadas. Veja, a questão é que, diante da complexidade e da necessidade de sincronia perfeita com as obrigações acessórias, quem dentro da organização deve ser o responsável final por monitorar e garantir a aderência ao calendário fiscal brasileiro?
Atualização:
Agradeço as contribuições de todos sobre a necessidade de um ponto de controle claro para o cronograma fiscal. Na minha experiência, mapeamos o ciclo de geração dos dados do sistema ao envio da informação. Veja, a questão é que, mesmo com o domínio da transação definido, a pontualidade da entrega da obrigação acessória ainda sofre gargalos. Gostaria de saber como estruturar o fluxo de trabalho para que, ao atingirmos um volume maior de transações, a camada de monitoramento do prazo oficial não se torne um ponto de falha operacional.