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5 Respostas

Olá pessoal, passando por um ponto específico do fechamento e gostaria de trocar ideias com quem já lidou com isso. Estamos utilizando o S/4HANA 2021 e estamos gerando os arquivos fiscais. No mês passado, tivemos um volume considerável de movimentações que geraram dúvidas na parametrização dos nossos lançamentos. Estamos tentando entender exatamente o que significa o registro M210 no âmbito do PIS/COFINS. Passou por situação similar ao tentar mapear corretamente as informações? Gostaria de saber qual o melhor caminho para chegarmos a uma configuração correta, pois tudo que fizemos até agora é um palpite. Qual seria o ponto de partida para preencher este registro?


Atualização:

Pessoal, ótimos contrapontos. Já fizemos testes com cenários de entradas e saídas, tentando validar a consistência dos nossos lançamentos com o que o sistema gera para o M210. Um palpite meu é que a chave está no detalhamento dos códigos de operação mencionados no Guia Prático. Para avançarmos, vocês têm alguma experiência sobre como tornar esse mapeamento ainda mais robusto, especialmente quando lidamos com situações mais complexas como aquelas que exigem a geração de documentos fiscais complementares?

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Para solidificar a emissão correta do registro M210, focado na apuração do PIS e COFINS, é imprescindível que o nosso registro contábil reflita com exatidão as transações que geraram o tributo. A complexidade reside em como o sistema traduz as movimentações comerciais em informações fiscais padronizadas. Quando surgem cenários mais intrincados, como ajustes posteriores ou acréscimos ao faturamento original, o desafio é garantir que cada detalhe da operação sensorialmente corresponda ao que será apresentado ao órgão fiscalizador. Recomendo focar na rastreabilidade completa dos dados de origem para assegurar que o encerramento fiscal esteja íntegro e inequívoco. Para aprofundar, veja obrigações acessórias e SPED no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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André Pereira gostaria de adicionar que, mesmo com a geração automática, qualquer inconsistência na combinação do CSTPIS e Alíquota do PIS pode acarretar erros no CODCONT do Registro M210. Se houver qualquer divergência entre a descrição gerada e o retrato fiel da operação, isso pode passar despercebido na validação preliminar, complicando a transmissão subsequente ao fisco.

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Ainda que o M210 trate da apuração, gostaria de ressaltar que a geração automática pelo software, como você mencionou, deve ser vista com cautela. A lição é, ó, que o preenchimento depende da correta combinação dos dados de entrada, como o CSTPIS e a Alíquota, para que o registro reflita fielmente o que ocorreu no negócio. É crucial que o nosso mapeamento interno espelhe isso perfeitamente.

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Olá Henrique. O registro M210 detalha a apuração da Contribuição e Crédito do PIS e da Cofins. É um ponto crítico no fechamento fiscal. Ele compõe os Blocos M e é escriturado na visão da empresa, diferente de outros registros que podem ser gerados de outra maneira. Na geração automática pelo PVA, por exemplo, o campo referente ao PIS pode ser encontrado combinando o CSTPIS, a Alíquota e o CODINCTRI. Só um detalhe, pois é que o preenchimento precisa seguir as orientações do Guia Prático da Escrituração Fiscal Digital.

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Roberta Gomes, eu complementaria dizendo que, para garantir a aderência total ao que o fisco espera, é fundamental checar se os nossos lançamentos espelham as operações que geraram o débito ou o crédito. Por exemplo, ao lidar com aquelas notas fiscais complementares ou simples faturamento, ou mesmo aquelas remessas simbólicas, precisamos assegurar que o mapeamento dos dados esteja correto. Bem, a saída é sempre revisar o que está sendo informado no campo correspondente ao tratamento tributário relativo à destinação do item, seguindo o Guia Prático.

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