Trabalhando com o S/4HANA 1909 e migrando informações fiscais, encontrei um ponto que gera certa confusão na apuração. Antigamente, em versões anteriores do PGE, operações com CST 05 e alíquota zero eram movimentadas tanto no M400 quanto no M800. Agora, com a versão 2.0.5 do PGE, o direcionamento passou a ser exclusivamente nos registros M210 e M610. Isso representa uma mudança significativa no fluxo de dados que precisamos replicar corretamente. Para os períodos mais antigos, ainda uso a lógica anterior, mas para os atuais, estou com um alerta, viu, sobre a totalização correta. Dada essa transição, qual é a representação exata do registro M400 no contexto da incidência da Contribuição, Sujeitas à Alíquota M400 2 V OC, quando estamos lidando com aquelas receitas isentas ou não alcançadas pela incidência da Contribuição?
Fóruns / Obrigações acessórias e SPED no SAP
O que é o registro m400 sped pis cofins?
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O registro M400 da EFD Contribuições servia, no passado, como ponto de detalhamento para aquelas entradas de receita que, apesar de estarem no âmbito da contribuição, possuíam tributação nula ou estavam em regime de suspensão, como no PIS/PASEP. Ele também era o compilado do direito ao abatimento de COFINS gerado no ciclo corrente. Com a evolução das ferramentas de geração, esse papel migrou para outros documentos fiscais. Para garantir a aderência ao período fiscal ao qual os dados se referem, é crucial manter a lógica documental correspondente à época da operação, diferenciando assim os lançamentos legados dos atuais. Para aprofundar, veja obrigações acessórias e SPED no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.
Fontes oficiais consultadas
- Receita Federal do Brasil, Guia Prático EFD Contribuições 1.35 https://sped.rfb.gov.br/ Lido em 24/10/2026.
Alexandre Andrade, pensando bem, viu, eu concordo com a complexidade dessa transição que mencionaram. O M400, como corretamente apontado, funcionava como um repositório para especificar aquelas receitas que, embora estivessem sob o escopo da contribuição, tinham alíquotas zeradas ou estavam suspensas, como no caso do PIS/PASEP. Além disso, ele agregava o comprovante do crédito de COFINS do ciclo, conforme o Guia Prático da EFD Contribuições. Essa sumarização era essencial para fechar o período corretamente antes da mudança na estrutura das versões mais novas do PGE.
Para contornar essa migração delicada, nossa equipe desenvolveu um processo paralelo de validação cruzada. Mantemos o mapeamento dos dados legados que utilizavam o M400 como referência histórica para os municípios que ainda utilizam sistemas anteriores. A ideia é, né, que a migração para o novo fluxo, que utiliza os registros M210 e M610 como padrão atual, seja gradual. Assim, encerramos o período anterior com o tratamento compatível ao seu contexto, garantindo a integridade da informação auditada.
Marcelo Siqueira: A minha leitura, viu, é que a confusão persiste na migração dessas informações antigas para o sistema atual. Para os fatos geradores anteriores àquela transição do PGE, o registro M400 era o ponto de encontro para detalhar as receitas isentas ou aquelas sem incidência da Contribuição. Contudo, ao migrar para as versões mais recentes, o fluxo mudou drasticamente, exigindo que trabalhemos com os novos formatos para garantir a conformidade do lançamento.
Olá, acho que talvez eu tenha feito isso muito antigo, mas vou tentar ajudar. O registro M400 trata do detalhamento das receitas que, pela incidência da Contribuição, estão sujeitas à Alíquota M400, seja ela com OC Zero ou de Vendas com Suspensão, como o PIS/PASEP. Bem, resumindo, ele detalha as receitas isentas ou aquelas que não alcançam a incidência tributária. Além disso, ele também trata do Crédito de COFINS relativo ao período, conforme descrito no Guia Prático da EFD Contribuições.
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