Fazendo essa migração de um ERP antigo para o SAP, estou enfrentando um volume de documentação que parece interminável. Trabalhei por muitos anos com o aspecto fiscal, e como todo mundo sabe, viu, as obrigações acessórias são um universo aparte. A gente tenta acompanhar as novidades, como a EFD-ICMS/IPI, que exige a apresentação digital dos registros dos documentos fiscais e dos demonstrativos de apuração, e isso só piora com a migração. A legislação estadual e federal é muito detalhada. Estou tentando mapear exatamente o que precisa ser gerado para cumprir essas exigências fiscais. Qual é a visão de vocês sobre como dimensionar o escopo dessas entregas obrigatórias neste novo ambiente?
Atualização:
Agradeço as colocações, Paula. Como todo mundo sabe, viu, essa comparação entre volume e escopo é onde eu mais tropeço nessa migração. Tentamos endereçar isso focando na aderência exata do nosso sistema ao que a Receita espera. Um ponto que gostaria de discutir é sobre a continuidade dessas informações. Se estamos lidando com períodos anteriores, por exemplo, o que acontece com os dados do IPI que estão prescritos, mas ainda dentro do prazo decadencial de 5 anos? Como formalizar isso hoje?