Pular para o conteúdo
Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
11 Respostas

Concordo em parte com quem diz que transmitir a EFD ICMS IPI é só enviar o TXT, mas aqui a transmissão travou. Estamos em ECC 6.0, mineração, e o log da máquina mostra falha de conexão ao tentar acessar o serviço da SEFAZ. Já testei de outra rede e o resultado foi o mesmo. Agora, a questão é que o prazo das obrigações acessórias está correndo e não sei se o problema é rede, perfil de acesso ou algo na própria transmissão. Qual caminho vocês seguem para separar problema de conectividade de problema do conteúdo enviado?


Atualização:

Concordo em parte com a Patrícia, mas discordo de que a versão do PVA seja a causa no meu caso: ela já estava correta. Testei o acesso ao portal da SEFAZ e abriu normalmente. Agora, a questão é que o log continua com falha de conexão só na hora da transmissão. Obrigada a todos. Alguém já viu bloqueio de rede que libera a navegação e barra só o envio?


Atualização:

Simone, obrigada, boa ideia a pasta única. Testei guardar o recibo e o log juntos e deu para ver que a falha ocorre só no envio. Agora, a questão é que o time de infraestrutura pede evidência para liberar a porta. Que dados do log vocês levam nesse pedido, sem expor nada sensível?

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Se a transmissão da EFD ICMS IPI falha, a ordem de investigação é: separar a rede do conteúdo, depois conferir a versão do PVA e por fim a chave A1 ou A3. A EFD nasceu para reduzir obrigações impostas e reunir por via eletrônica os dados dos impostos de cada período; por isso a falha raramente é de conceito e quase sempre de ambiente. Cada local deve guardar recibo, log e o hash quando exigido, porque a informação que a SEFAZ pede muda por UF e por prazo. Recomendação prática: monte um roteiro de uma página com essas checagens, nomeie um responsável por transmissão e confirme o prazo local com a área tributária, a quem cabe a decisão. Para aprofundar, veja obrigações acessórias e SPED no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

O resultado mais estável que enxergo, como caminho a avaliar, é registrar a cada envio o hash do retificador quando a SEFAZ exigir. Ele sai da aba Relatórios do PVA, onde aparece identificado como ID, e pode ser colado num controle interno ao lado dos dados fiscais do período. Bem, sem querer complicar, o caminho vale quando a SEFAZ cobra o hash; quando não cobra, o recibo basta. Nos dois casos, o programa usado vem da Receita Federal.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Discordo em parte da pasta única. Primeiro, ela mistura estabelecimento com estabelecimento, e numa auditoria fica difícil achar o que é de qual. Segundo, os prazos são definidos por legislação estadual, então, ou seja, a rotina muda conforme a UF. Terceiro, a escrituração de cada local pode ter retificação em momentos diferentes. Meu caminho a avaliar seria separar por local e por período.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Já vi transmissão repetida porque ninguém guardou o recibo, e depois ninguém sabia qual versão valia. No meu dia a dia, tá, um caminho a avaliar é organizar os documentos de cada transmissão numa pasta única: TXT, recibo e o log do PVA. Vale quando várias pessoas atuam no mesmo ciclo; quando há um só responsável, o log já basta. Em retificação, essa organização ajuda a mostrar o que foi enviado em cada versão do dado digital.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Dúvida curta: já tentaram o e-mail corporativo listado na página da EFD? Um caminho a avaliar, e olha que, tá, às vezes resolve mais rápido que reenviar, é abrir um chamado com o log anexo. Vale quando o erro persiste mesmo com rede e PVA corretos. Já para correções de conteúdo, o caminho é outro: gerar a retificadora com o leiaute vigente do período, sem mexer na transmissão original. Luciana, qual dos dois combina com o que você descreveu?

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Camila, na minha rotina com RISE with SAP em energia, o ponto que complemento é o prazo. O prazo é, viu, definido pela legislação de cada UF, e isso muda o desenho do calendário. Primeiro, o contribuinte precisa confirmar a regra da UF de cada local antes de fixar a data interna. Segundo, o responsável deve garantir que o registro de evidências contenha a data e a hora da transmissão. Terceiro, para contribuintes com vários locais, vale um calendário único revisado a cada mudança.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

O resultado que importa: antes de revisar o token, confira se o PVA está na versão atualizada da data da transmissão, porque o guia pede isso, inclusive na retificação, que usa o leiaute vigente no período. Rafael, discordo de começar pelo token. Bem, a gente costuma pensar em token primeiro, mas vale inverter a ordem. Outro cuidado: quando a SEFAZ pede o hash do retificador, ele tem 32 caracteres e sai da aba Relatórios do PVA.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Se a conexão com a SEFAZ for o gargalo por causa de máquina compartilhada, um caminho a avaliar é concentrar a transmissão numa máquina única, onde fique o certificado (A1 ou A3) e o PVA na versão certa. Vale quando poucas pessoas transmitem. Quando muitas áreas transmitem, outro caminho a avaliar é um procedimento escrito dizendo quem usa os certificados e em que ordem, com um registro contendo data, versão do PVA e responsável. De longe, pois é, o primeiro é mais simples; o segundo escala melhor.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Rafael, dúvida rápida sobre a assinatura. Aqui no varejo, ECC 6.0, o TXT passa na validação, mas a SEFAZ recusou na transmissão. E aí, a sacada é separar quem responde por quê? Se o problema for de assinatura, o atendimento da SEFAZ resolve ou só o time interno? Para assuntos assim, qual canal de atendimento vocês procuram primeiro?

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Lucas, boa separação. E aí, dito isso, falta um terceiro suspeito. Primeiro, antes de culpar a rede, confirme se o TXT foi assinado, porque só assinado ele segue. Segundo, para assinar é preciso o e-CNPJ tipo A1 ou A3 à mão na máquina de transmissão; no caso do A3, vale conferir se o token está conectado. Terceiro, anote o resultado de cada tentativa, para não repetir teste.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Já vi retrabalho enorme por reenviar o TXT sem olhar o log do PVA, então a resposta é separar rede de conteúdo antes de qualquer nova transmissão. Pelo que vi, ó, se a validação passou, o programa apresentará o resultado normal e o problema está na saída para a SEFAZ; se não passou, a apuração do período está com inconsistência e vale corrigir antes. Teste um acesso simples ao portal da SEFAZ a partir da mesma máquina para decidir.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!

Perguntas relacionadas

Mais conversas em Obrigações acessórias e SPED no SAP.

Ver todas do fórum