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Fóruns / Obrigações estaduais e Bloco K

Quais são as movimentações de estoques possíveis de serem registradas no bloco K?

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8 Respostas

Olá pessoal. Estamos finalizando o fechamento aqui no sistema e estou com uma dúvida sobre o bloco K. Trabalhando com o RISE with SAP, já tentei mapear as entradas e saídas que podem ser devidamente escrituradas na EFD ICMS/IPI, especificamente aquelas pertinentes ao RCPE. Já tentamos diferenciar o que é saída para um terceiro e o consumo interno para a produção, mas preciso garantir que estamos tratando corretamente as movimentações. Para vocês, que têm mais vivência nessa parte, quais são as movimentações de estoques possíveis de serem registradas no bloco K agora, vale registrar?


Atualização:

Agradeço as contribuições de todos. Meu entendimento inicial era focado na entrada de bens trazidos de fora para o nosso estoque. Testei a hipótese de que o que se registra no bloco K tem que ver com os insumos que entram no nosso controle. Agora, vale registrar que o consumo para produção também é um evento chave. Diante disso, gostaria de saber como o sistema trata especificamente a saída do insumo do estoque para consumo no processo produtivo e como isso se reflete no controle fiscal exigido para a correta escrituração.

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Para além do simples recebimento de materiais oriundos de fornecedores, o bloco K abrange também a utilização desses bens dentro do processo produtivo. A transformação dos componentes em produtos acabados constitui um dado essencial para o acompanhamento fiscal. É fundamental que o lançamento no sistema reflita essa passagem do insumo ao produto em fase subsequente. O controle tributário acompanha não apenas a aquisição, mas principalmente o emprego desses recursos. Portanto, a baixa do material estocado em função do consumo durante a manufatura gera um registro igualmente relevante para a correta escrituração. Recomenda-se garantir que o fluxo interno de movimentação operacional esteja condizente com o que será reportado ao órgão fiscalizador. Para aprofundar, veja Bloco K no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Valter Pereira, concordo que a segregação é vital, mas talvez a ênfase excessiva na venda do componente inicial possa confundir o propósito do bloco K. O que realmente importa, olhando a tela, viu, é mapear o uso produtivo. A entrada externa é só o começo. O registro que o fisco acompanha é a transformação interna, o consumo efetivo que gera o produto seguinte. É esse consumo que valida a cadeia produtiva perante o controle fiscal.

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Carlos Marques, complementando o que foi discutido sobre o ciclo produtivo, é preciso detalhar como a baixa do componente para uso no processo manufatureiro é gerada documentalmente. Quando o sistema reconhece que um material estocado está sendo empregado na linha de produção subsequente, estamos diante de um movimento interno que possui implicações fiscais específicas para o controle da produção. Veja, resumindo, que essa subsequente utilização gera o registro que o bloco K endereça, diferenciando-se claramente da simples chegada do material ao nosso depósito.

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Acho que simplificar demais o papel do bloco K pode gerar desencontros. Embora a entrada de insumo externo seja um fato gerador, o foco do registro também abrange o que acontece internamente. Olhando o número, ó, a movimentação que descrevemos não é apenas o recebimento, mas sim o consumo desses materiais na produção. É essa transformação que realmente precisa ser mapeada para atender ao controle fiscal exigido.

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Túlio Cardoso, complementando os pontos trazidos, gostaria de adicionar que a correta segregação entre o recebimento de componentes e seu subsequente uso no processo produtivo é o cerne da informação que o bloco K precisa transmitir. Não basta apenas registrar a entrada bruta; é fundamental demonstrar a destinação desses materiais. Então, na minha área, a diferença entre o insumo destinado à venda e aquele que entra no ciclo produtivo para gerar o produto final é crucial para a fiscalização. Isso afeta diretamente a escrituração do controle da produção.

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Acho que precisamos ser mais cautelosos ao considerar apenas a entrada como o único cenário para o bloco K. Embora a origem externa seja um ponto válido, como bem apontado, o consumo para produção também é um evento crítico. Abrindo um parêntese, viu, a transformação dos insumos em produto final, quando mapeada corretamente no sistema, gera um registro distinto e igualmente relevante para o RCPE. Não podemos reduzir a dinâmica fiscal apenas à movimentação de recebimento.

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Carlos Marques, complementando o ponto de Alan Cavalcanti, é importante detalhar que, além da entrada de origem externa, há outras situações que também geram registro no âmbito do RCPE. Olha, a gente costuma observar que a transformação de matéria-prima em produto acabado, quando ocorre dentro da unidade produtiva, também deve ser devidamente documentada. Isso diferencia claramente o consumo para fabricação da simples movimentação de compra. Sugiro que validemos se o consumo interno que você mencionou antes se enquadra neste fluxo de transformação.

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As movimentações de estoque passíveis de serem escrituradas na EFD ICMS/IPI e que estão relacionadas ao livro RCPE são as entradas no estoque de posse do estabelecimento informante. Veja, pelo que vi, que uma dessas entradas é de origem externa ao estabelecimento. Caso eu tenha extrapolado algum detalhe técnico, peço desculpa, pois minha vivência é mais na construção do ABAP e menos na parte fiscal.

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