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Fóruns / PIS e Cofins

Qual procedimento adotar ao transmitir a EFD-Contribuições em situações em que não há a obrigatoriedade?

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5 Respostas

Prezados,

Trabalhando há trinta anos com o universo fiscal e hoje utilizando o S/4HANA 2023, ainda encontro situações que exigem um olhar muito criterioso sobre as obrigações acessórias. Estamos diante de uma situação onde, por engano inicial, uma transmissão foi gerada, mas, após análise minuciosa, percebemos que a obrigação não era devida para o nosso enquadramento. Tentamos seguir o fluxo padrão que o sistema nos apresenta, mas gostaria de entender o caminho mais seguro a seguir. E aí, por assim dizer, qual o procedimento correto quando se transmite a EFD-Contribuições sem que haja, de fato, tributos a serem apurados?

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Quando o envio da documentação contábil ocorre sem que haja qualquer fato gerador tributário aplicável, é crucial endereçar este cenário com precisão. Se a transmissão pioneira foi gerada por engano, mas nenhuma contribuição deveria ter sido calculada ou detalhada, o aparato fiscal exige uma devolutiva. A via mais segura consiste em apresentar uma nova versão da obrigação acessória inicial. Esta retrabalho serve para espelhar fielmente a realidade operacional, sanando a omissão ou incorreção da entrega anterior. Portanto, a prática recomendada é sempre endereçar a retificação da declaração anterior para validar a situação perante o órgão competente. Para aprofundar, veja EFD Contribuições, PIS e Cofins no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Pessoal, percebi que todos concordam sobre a necessidade de retificar a obrigação acessória original. No entanto, gostaria de focar um detalhe técnico que achei importante. Meu palpite, viu, é que a diferença entre "não ter tributo a apurar" e "apurar tributo indevido" pode direcionar o fluxo de correção. Se o equívoco foi meramente na existência da declaração, o impacto é diferente de quando o valor apurado estava errado, mesmo que a declaração inicial tenha sido enviada.

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Valéria Matos, complementando o que foi dito, gostaria de adicionar que, se o equívoco inicial levou à transmissão da escrituração digital original, mas nenhum tributo deveria ter sido apurado ou escriturado, o caminho correto é a retificação completa da obrigação acessória original. Agora, no meu time, entendemos que essa correção visa alinhar perfeitamente o que foi declarado ao fato gerador, assegurando que o fisco receba apenas o que é devido.

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Para complementar o que foi dito, como falei, ó, quando o erro foi na transmissão prematura, mas não havia tributo devido, o foco reside em sanar essa inconsistência primária. Se o sistema gera a transmissão mesmo sem a obrigação estrita, é crucial que o contribuinte reconheça que o envio inicial foi inapropriado. Portanto, o passo mais seguro ao detectar isso posteriormente é imediatamente iniciar o processo de retificação daquela obrigação acessória enviada incorretamente, buscando reflete fielmente a ausência do débito apurado.

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Para quando uma pessoa jurídica transmite a escrituração digital original sem ser contribuinte ou não estar obrigada, caso os tributos apurados não sejam devidos, efetivos, o contribuinte precisa corrigir a obrigação acessória original. A ideia é, né, que se não há tributo a ser apurado ou escriturado, deve-se retificar para entregar uma nova escrituração. Isso garante que a informação transmitida espelha a realidade fiscal da operação.

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