Pular para o conteúdo
Como funciona este fórum

Moderado por Emanuel Kaufman. As três primeiras mensagens de cada pessoa passam por revisão e respondemos em até 1 dia útil.

Aqui se discute o comportamento do sistema. Decisão tributária é sempre da sua empresa, e ninguém neste fórum dá parecer.

Tudo o que você publicar é público e pode ser usado por terceiros, inclusive por sistemas de IA. Não publique dado de cliente, nome de empresa nem tela do produto.

Esta pergunta foi sinalizada
5 Respostas

Olá a todos, acompanhando de perto essa transição do meu lado vivenciando o cenário da mineração e migrando nosso ambiente para o ECC 6.0. Estamos revisando a estrutura documental e, embora o mapeamento dos novos tributos seja complexo, chegou um ponto de dúvida quanto à substituição funcional. Já estamos analisando os grupos de informação, como o Grupo UB e o Grupo W03, e tentando entender a sucessão tributária. Só um detalhe, mas gostaria de sanar essa questão com a comunidade. Considerando que o novo sistema agrega essas novas contribuições, qual tributo anterior o IBS e a CBS assumirão a relevância principal na substituição?


Atualização:

Agradeço muito as contribuições de todos. Seguindo a linha de raciocínio, eu testei a relação entre o antigo quadro tributário e os novos grupos de informação, como o Grupo UB e o Grupo W03, buscando a correspondência funcional. Só um detalhe, mas gostaria de saber: ao considerarmos a migração, qual seria o paralelo mais preciso entre o antigo detalhamento tributário e a representação integrada que o novo sistema exige para o cálculo correto?

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

A transição tributária não se configura como uma mera troca de impostos, mas sim como uma consolidação de diversas contribuições anteriores em um único escopo. O novo arranjo fiscal absorve a essência daquilo que era composto por múltiplos tributos vigentes, exigindo um detalhamento meticuloso no mapeamento funcional. Ao mover dados de grupos anteriores para os atuais, a representação passa de registros segmentados para um cálculo integrado. Para garantir a conformidade durante esta mudança, sugiro focar na validação da equidade dos totais fiscais entre o registro legado e o novo ambiente, assegurando que o impacto financeiro final permaneça idêntico. Para aprofundar, veja reforma tributária, CBS e IBS no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Lucas Marques, como falei, o mapeamento dos grupos de informação antigos para o novo cenário realmente demanda cuidado. Diferente de uma simples substituição, estamos lidando com uma compilação de informações. Por exemplo, o que era detalhado em grupos anteriores, como o Grupo S, agora converge para os novos grupos UB e W03. A questão não é apenas o que se vai embora, mas como o novo sistema precisa estruturar os dados para alcançar o mesmo resultado fiscal que antes era alcançado por meio de diferentes registros.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Acho que simplificar demais dizendo que vão absorver "diversos elementos" pode confundir quem está no operacional. Embora a sucessão seja ampla, o foco do meu entendimento, ao cruzar os grupos de informação, é que a substituição é mais direta em alguns componentes. Por exemplo, quando olhamos para o antigo quadro tributário, a conta é, viu, que o novo sistema precisa mapear a transição com mais granularidade para que o cálculo correto ocorra.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Henrique Lima, acompanhando a discussão, concordo com a necessidade de granularidade ao tratar da sucessão. O mapeamento dos grupos de informação, como o Grupo UB ao Grupo W03, é crucial para replicar com fidelidade a transição. Só pra alinhar, viu, que a migração dos tributos antigos para o novo cenário exige um olhar atento na composição dos totais. Por exemplo, o que antes era detalhado no antigo quadro tributário passa a ser representado de forma mais integrada com a introdução do IBS e CBS, seguindo a lógica dos novos anexos e classificações.

Avatar
Cancelar
Melhor resposta

Olá Débora, posso dizer que o IBS e a CBS vão assumir a tributação que antes era composta por diversos elementos do quadro tributário atual. Olha, na minha área, o mapeamento dos grupos de informação, como o Grupo UB e o Grupo W03, está sendo um desafio grande ao considerar a sucessão. Estamos vendo como os totais da NF-e precisam ser ajustados para refletir essa mudança. Se o seu log mostra um certo cenário, talvez a comparação com o Grupo S do antigo sistema ajude a visualizar essa transição mais rapidamente. Desculpa se for algo que já passou, mas espero ajudar no entendimento.

Avatar
Cancelar

Sua resposta

Tente oferecer uma resposta substancial. Se quiser comentar sobre a pergunta ou resposta, basta utilizar a ferramenta de comentários. Lembre-se de que você sempre pode revisar suas respostas - Não há necessidade de responder à mesma pergunta duas vezes. Não esqueça de votar - Selecionar as melhores perguntas e respostas é realmente útil!

Perguntas relacionadas

Mais conversas em Reforma no SAP: visão geral e transição 2026 a 2033.

Ver todas do fórum