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10 Respostas

O risco que eu já vi é a reforma tributária parar no meio da implantação e o time ficar com cadastro pela metade. Então, aqui por perto, a gente está num S/4HANA recente, com notas de saída sendo geradas, e a discussão de que a reforma tributária pode ser revogada já chegou na diretoria. Tentamos segurar as alterações no cadastro de fiscal até ver o rumo, mas um fornecedor reclamou de uma operação que parecia acobertamento. Ainda não sabemos se o adquirente precisa de ajuste. Pergunta direta: se a reforma tributária for revogada, o que muda na parametrização já feita e o que precisa voltar?


Atualização:

Valeu, fico com a ideia. Então, aqui por perto, vou testar a parametrização num ambiente controlado e anotar o que trava. Você já viu alguma tela de cadastro que bloqueie o ajuste quando a regra muda no meio da implantação? Quero saber se isso aparece só no fiscal ou também na área de compras.


Atualização:

Mexer em tudo de uma vez é o risco que já vi por aqui, então fico com duas tabelas e não com a varredura geral. Então, aqui por perto, o time ainda não decidiu se a retificação das notas entra no mesmo ciclo. Você já deixou algum grupo de notas congelado por mais de um período? Se sim, quanto tempo levou para reabrir?


Atualização:

O resultado que eu quero é um quadro simples: o que muda, o que fica e o que espera. Então, aqui por perto, vou montar isso até sexta e mandar para vocês conferirem. Obrigado pelas respostas, especialmente pela parte das trilhas, que eu não tinha olhado com essa calma. Vocês já usaram algum quadro desses para conversar com a diretoria?

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No caso da sua rotina, o pedido de revogação da reforma tributária ainda não muda o que está no sistema, então o primeiro passo é mapear o que já foi parametrizado. Separe o que é certo do que depende de definição, e registre tudo numa planilha única com data e responsável. Ao receber qualquer mensagem de autoridade ou de parceiro sobre o assunto, guarde o texto original e não ajuste na hora. Operações de licitação e de contratos públicos merecem atenção à parte, porque a regra pode chegar com prazo curto. Só depois de confirmar a versão vigente vale alterar o cadastro, e uma regra modificada passa a ser um ajuste pequeno e rastreável. Para aprofundar, veja reforma tributária, CBS e IBS no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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Se a reforma tributária ainda estiver em disputa judicial, eu não esperaria o leiaute final para começar a testar. Veja, minha leitura: discordo de subir primeiro no ambiente experimental, porque sem um leiaute estável o teste vira retrabalho e o time perde a confiança no ambiente. Prefiro liberar só o cadastro mínimo e segurar as regras que ainda podem mudar. Com respeito à Mariana, o ponto dela vale para o depois, não para o começo.

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Fernando, uma pergunta rápida. A informação que você usou para separar as trilhas vem do indicador de operação ou de outra tabela? Veja, como vimos, o indicador já aparece no cadastro, mas e a nota inidônea, entra na mesma trilha? No meu caso, a reforma tributária e a regra antiga convivem no mesmo mês, e eu não sei qual campo prevalece.

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Nádia, o caso que eu usaria é outro: subir primeiro em homologação e só depois repetir a importação em produção. Então, em linhas gerais, quando a reforma tributária muda o gatilho, testar o fluxo inteiro antes evita susto. Pode ser mais lento, mas a importação de dados de teste pega o que a varredura não vê. Escolha esse caminho quando o volume for baixo e a equipe estiver com pouco tempo para retrabalho.

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Concordo em parte com a Patrícia: a parte digital pesa mais do que parece. Bem, puxando o fio, eu discordo de tratar tudo como troca de valor, porque o emitente e a regra de cada operação mudam juntos. Um caminho é varrer as notas encontradas com a regra antiga e tratar cada grupo separadamente. Outro é deixar a nota enviada como está e corrigir só o cadastro daí em diante. Explique a escolha pelo volume e pelo risco de cada grupo na reforma tributária.

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Dúvida curta: a troca de regra mexe só no valor? Paulo, e aí, como bem lembrou, a parte eletrônica é a que mais sofre quando a reforma tributária muda. Qual é o efetivo impacto nos documentos fiscais já emitidos? Vale mapear quais campos da nota mudam, senão o ajuste vira só troca de valor e o restante fica para trás.

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Na minha rotina, cada mudança de regra passa por uma tabela de referência, e o caso que mais me preocupa é o documento fiscal que já saiu com a regra antiga. Bem, o chato é que a dificuldade aparece justo quando a reforma tributária muda de direção. Um caminho que vale avaliar é manter duas tabelas por período, sem apagar a anterior, e deixar a documentação ligada a cada uma. Outro é congelar a emissão dos tipos afetados até a regra fechar. Use o primeiro quando a operação é grande e o segundo quando o volume de exceção é pequeno.

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Quando a reforma tributária estiver em debate, eu não trataria a reversão como cenário provável só porque ela foi comentada. Bem, um ponto importante: se o crédito já estiver convertido em regra no sistema, desfazer tudo pode custar mais do que esperar. Com respeito à Jéssica, não acho que toda divergência precise de registro antes de qualquer ajuste. Eu pediria um mapa detalhado do que mudaria e decidiria só depois.

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O resultado que importa é ter um controle de versão da regra, e não só do cadastro. Olha, minha leitura, Fernando, é que a constatação de qualquer divergência precisa ficar registrada antes de a equipe ajustar algo. Vale consultar o texto oficial de cada etapa da reforma tributária, anotar a data e manter um histórico de mudanças. Assim, se a regra mudar de novo, dá para reverter só a parte afetada sem refazer a parametrização inteira.

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Rogério, a resposta curta é: não mexa no cadastro por suposição sobre a reforma tributária ser revogada, e siga a regra que estiver vigente. Na minha área, ó, a gente trata o ajuste como retrabalho controlado: o que já foi apresentado fica, e só o que depende de definição nova entra em pausa. Atualmente eu separo a apuração em duas trilhas, uma com o que é certo e outra com o que pode mudar. Isso não exige jogar nada fora, só marcar o que ficou suspenso.

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