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7 Respostas

Pessoal, sou consultor FI, seis anos de mineração, estou num projeto S/4HANA 1909, então, sem pressa, preciso de ajuda com o IBS UF. Ao emitir a NF-e, o total do IBS UF sai diferente da soma dos itens e o sistema não deixa seguir. Já conferi item a item e a soma bate com a minha planilha de controle. Também testei recalcular o cabeçalho e revisei o total devolvido, mas nada muda. Olhei ainda se algum crédito de IBS UF estava entrando duplicado no item de devolução. Parece que o total do cabeçalho segue outra regra de arredondamento ou de agrupamento. Alguém sabe qual campo do IBS UF o sistema usa para montar esse total?


Atualização:

Uma dúvida curta: vocês já viram divergência entre o cabeçalho e as linhas de uma nota com valores altos? Obrigado pelo retorno de todos. Eu isolei a linha de maior valor, então, sem pressa, e a diferença sumiu. Meu seguimento: como vocês comparam o agrupamento antes de liberar o lote?

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Vinícius, o caso fecha assim. O total do IBS UF no cabeçalho tem que ser a soma exata dos valores dos itens, e quando não é, o sistema devolve uma rejeição na emissão. Antes de qualquer ajuste, rode a conferência item a item, anote qual parcela destoa e veja se a origem dos dados é a mesma para todos. Se a diferença vier de integração, o caminho é corrigir a carga, não forçar o total. Quem define a leitura tributária de cada item é o contribuinte e a área fiscal dele, e o nosso papel é mostrar o comportamento do sistema com prova. Feche a rotina com um teste que compara a soma dos itens com o total antes de cada envio, para a diferença não voltar no próximo mês. Para aprofundar, veja reforma tributária, CBS e IBS no SAP. Confirme com o tributário da empresa antes de aplicar.


Fontes oficiais consultadas

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O risco que já vi num varejo com IBS UF é o de os valores informados chegarem por integração externa, e a soma bater no sistema mas não na origem. Débora, complemento o seu ponto com isso: em todo caso, né, vale comparar o total com a origem antes de culpar a configuração. Quando um item traz imposto presumido de outra regra, o total pode divergir sem que nenhum valor esteja errado sozinho. Eu deixaria essa comparação por último, depois da soma item a item.

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Concordo em parte com a Beatriz: o total do IBS UF precisa mesmo fechar. Discordo, porém, da ordem que ela propõe. Segundo o que li, tá, olhar primeiro o gibscbs não muda o desfecho, porque o total é apurado depois de cada linha. Já vi casos em que o diferimento aparece como suspeito e a origem do problema estava em outro lugar, por exemplo na integração. Por isso eu começaria pelo arquivo de origem e só depois pelo diferimento e pela eletrônica.

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Na minha rotina de indústria química, a equipe adotou outro caminho: deixa o total do IBS UF ser calculado pelo próprio sistema e só confere depois. E, olhando a tela, ó, o vcredpres e o vdevtrib aparecem já preenchidos pela configuração, então quase não digitamos nada à mão. Esse caminho vale quando a configuração está madura e o time confia nos cadastros. Quando a configuração ainda está em ajuste, eu prefiro preencher à mão e comparar com a validação do sistema, item por item, porque o erro some no cálculo automático.

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Aqui na empresa, né, se a Beatriz está certa sobre a soma, então a minha dúvida é outra: no nosso caso, vindo de outro ERP, a rejeição aparece só no total e não no item. A gente, aqui na casa, né, migrou a reforma tributária sem um cadastro de alíquotas limpo. Você já viu esse cenário com o campo de IBS UF? Se já viu, como resolveu sem refazer toda a carga?

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O IBS UF não fecha quando o cabeçalho deixa de acompanhar os valores informados nos itens, Beatriz, e isso acontece mais do que parece. Bom, agora, o básico: se algum item traz um valor presumido que o cabeçalho não reflete, a soma sai diferente mesmo com cada conta certa isoladamente. Eu separaria os itens por alíquota antes de somar, para não misturar situações diferentes. Depois compararia o resultado com o total gravado, linha a linha, até achar o item que destoa.

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Total tem que igualar a soma. Vinícius, no seu caso o IBS UF do cabeçalho precisa ser exatamente a soma do vIBSUF de cada item, e qualquer diferença vira erro na emissão. O pulo do gato é conferir o grupo gibscbs de cada item antes de olhar o total, porque é ali que a diferença costuma nascer. Na nota fiscal eletrônica, eu também checaria se o diferimento foi preenchido de forma igual nos itens. Antes de mexer no cabeçalho, eu exportaria uma captura de tela dos itens e somaria à mão para descobrir qual deles está fora.

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